EFEITO DE LASERS DE BAIXA POTÊNCIA NO REPARO DE LESÕES CUTÂNEAS

Autores

  • Camila Carneiro Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais.
  • Juliana C. Schleder Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Stefani Valeria Fischer Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Rosário A. M. Zadebski Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais
  • Fernanda. A. Verner Hospital Universitário Cajuru image/svg+xml
  • Leandro Lipinski Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais

DOI:

https://doi.org/10.5212/publicatio%20uepg.v21i2.8173

Palavras-chave:

Cicatrização, Lasers, Modalidades de Fisioterapia

Resumo

Para a redução do tempo de reparo tecidual, a fisioterapia dispõe de recursos, dentre eles o laser. O objetivo deste artigo foi relatar o efeito dos lasers alumínio-gálio-índiofósforo (AlGaInP) e arseniato de gálio (AsGa) como estimuladores no processo de reparo tecidual. A pesquisa foi prospectiva, aplicada e de caráter experimental. A amostra foi constituída por coelhos. Foram induzidas 3 feridas em cada animal, as quais foram divididas em controle e tratamentos com AlGaInP e com AsGa. O tamanho das feridas foi mensurado em dias alternados até o final do tratamento. Em relação ao tamanho inicial das feridas, o grupo controle apresentou área média de 5,22 (±1,79) cm2, o grupo AlGaInP apresentou área média de 5,95 (±1,79) cm2 e o grupo AsGa apresentou área média de 6,67 (±1,49) cm2. Na verificação da diferença estatística das médias das áreas iniciais entre os grupos, por meio de ANOVA de duas vias, verificou-se que não houve diferença entre os grupos (AlGaInP e controle – p=0,542; AsGa e controle – p=0,125; AlGaInP e AsGa – p=0,520). Na última avaliação do tamanho das feridas, o grupo controle obteve uma média de 0,33 (±0,13) cm2, o grupo AlGaInP ficou com média de 0,51 (±0,19) cm2 e o grupo AsGa apresentou média de 0,36 (±0,14) cm2. Comparando a primeira e as últimas avaliações por intermédio do teste não paramétrico de Tukey, os três grupos apresentaram diferença estatisticamente significativa (p=0,0001). Não houve diferença no tempo total de cicatrização das feridas tratadas com os lasers AlGaInP e AsGa quando comparadas ao grupo controle.

Biografia do Autor

  • Camila Carneiro, Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais.
    Acadêmica do Curso de Fisioterapia do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais.
    Ponta Grossa – Paraná / Brasil.
  • Juliana C. Schleder, Universidade Federal do Paraná
    Doutoranda em Fisiologia Humana, Universidade Federal do Paraná, Curitiba- Paraná/
    Brasil.
  • Stefani Valeria Fischer, Universidade Federal do Paraná

    Departamento de Fisiologia Humana

    Área Metabolismo Celular

  • Rosário A. M. Zadebski, Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais
    Profa Dra do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais. Ponta Grossa – Paraná /Brasil.
  • Fernanda. A. Verner, Hospital Universitário Cajuru
    Fisioterapeuta do Hospital Universitário Cajuru com especialização em Fisioterapia
    Oncológica.
  • Leandro Lipinski, Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais
    Prof. Dr. do Curso de Medicina Veterinária do Centro de Ensino Superior dos Campos
    Gerais.

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Publicado

2016-10-21