Estudos filogenéticos da ordem Characiformes: tendências e carências

Authors

  • Thaís Fernandes Mendonça Mota State University of Maringá image/svg+xml
  • Sônia Maria Alves Pinto Prioli Univerisdade Estadual de Maringá
  • Alberto José Prioli State University of Maringá image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5212/publicatio%20uepg.v20i1.6371

Keywords:

Ciências Biológicas, Zoologia, Biologia Molecular, Evolução

Abstract

Estima-se que o número de espécies existentes hoje é de aproximadamente de 3 a 5 milhões. Entre os peixes de água doce,a ordem Characiformes está entre as mais diversas, com aproximadamente 2.000 espécies. A classificação deste grupo vem sendo reavaliada e novos estudos devem ser feitos para estabelecer suas relações filogenéticas. Por meio de dados cienciométricos é possível identificar as tendências e o desenvolvimento do conhecimento, indicando quais abordagens devem ser conduzidas. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi realizar um estudo cienciométrico para avaliar o desenvolvimento do conhecimento sobre a filogenia de Characiformes. O levantamento dos estudos foi realizado por meio do banco de dados publicados no sítio do Thomson Reuters Web of Knowledge. Alguns critérios foram utilizados para selecionar as publicações, totalizando 44 trabalhos. Durante o ano de 2013, 15,9% dos trabalhos foram publicados; a maior parte foi em nível de gênero. O gênero Moenkhausia e as famílias Characidae e Alestidae foram os mais estudados. A grande maioria das reconstruções filogenéticas utilizou caracteres moleculares. Instituições brasileiras realizaram 43,1% dos trabalhos. Podemos concluir que a filogenia de Characiformes ainda não está bem resolvida, com apenas alguns táxons estudados e poucos trabalhos fizeram uma análise mais abrangente da ordem. Sugerimos novas pesquisas em táxons poucos estudados, sobretudo análises mais abrangentes e com dados moleculares e morfológicos.

 

 

 

Author Biography

  • Thaís Fernandes Mendonça Mota, State University of Maringá
    Pós-graduanda em Biologia Comparada, Universidade Estadual de Maringá.

Published

2014-09-26