O MANEJO TERAPÊUTICO DE PACIENTES COM ENCEFALOPATIA HEPÁTICA:
UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Resumo
A encefalopatia hepática configura-se como a consequência neurológica mais relevante nos pacientes cirróticos. O objetivo desta revisão é elencar os principais métodos utilizados para o manejo da encefalopatia hepática, sejam estes farmacológicos ou não. Para elaborar essa revisão integrativa de literatura foi realizada uma pesquisa bibliográfica. Utilizando-se do fluxograma PRISMA, foram identificados 1214 artigos nas bases de dados, triados 324 e elegidos 890 para a análise por resumo e título. Os textos analisados integralmente totalizaram 127, destes foram selecionados 30 artigos publicados entre 2015 e 2021, estes com abordagens quantitativas, revisões de literatura e estudos de coorte. A partir desta revisão observou-se que, atualmente, os fármacos mais utilizados no tratamento incluem a lactulose e a rifaximina, sendo que outros como albumina, fenilacetato de ornitina, zinco, polietilenoglicol, flumazenil, etc., também vem sendo aplicados no manejo. Ademais, tratamentos como transplante de microbiota fecal, embolização de shunt-portossistêmico, obliteração transvenosa retrógrada e transplante hepático também são utilizados na prática clínica. Conclui-se, porém, que ainda faltam terapias capazes de ocasionar a cura dessa patologia, sendo as disponíveis eficazes apenas para melhora sintomática e da qualidade de vida do paciente.
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