O papel da Cultura de Paz na qualidade de vida: anotações sobre a identidade estigmatizada da pessoa com deficiência
DOI :
https://doi.org/10.5212/Emancipacao.v.24.21832.036Mots-clés :
Capacitismo. Estigmatização social. Violência cultural e estrutural.Résumé
O objetivo deste artigo é investigar como a cultura de paz pode contribuir na qualidade de vida da pessoa com deficiência considerando a identidade estigmatizada, em meio à repressão social e o capacitismo, apresentados como forma de violência cultural e estrutural. O procedimento metodológico pautou-se na revisão bibliográfica nacional e internacional e dados fornecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) além de outros órgãos oficiais. Foi adotado o método hipotético-dedutivo baseadas em leis
e normas nacionais. A dedução ocorre pela busca de suportes que situam os conflitos e hipóteses que surgem de expectativas e teorias existentes. Concluiu-se que a cultura da paz tira da invisibilidade violências, muitas vezes não percebidas, acobertadas pela ideia de que o direito humano foi alcançado pela normatização quando as práticas emancipatórias ainda carecem ser efetivadas.
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