Popular education, society and drugs: a perspective for socio-educational work
DOI:
https://doi.org/10.5212/Emancipacao.v.19i2.0011Keywords:
Popular Education, drugs, policies, societyAbstract
The present article, of qualitative character, aims the presentation of rap music as a contributor on the resilience development on brazilian rappers who are or have been in situation of social vulnerability. Therefore, a bibliographic research was used, in order to present the Psychology of art and music; verify the origins of rap music and it’s introduction on the brazilian context, pointing how it has become a social denouncement tool; conceptualize the resilience process on Psychology and investigate the way in which this artistic manifestation can contribute on the development of resilience. In addition, the following study has relied on a documental research where the results, verified through analysis of the documentary film “O Rap
pelo Rap” through the indicial paradigm, pointed to the utilization of self affirmation, awareness of risk factors and the possibility of comunication of affections as factors which caused the resilience on the subjects presented in the source in question.
References
ASSOCIATED PRESS. The Associated Press Stylebook 2017 and Briefing on Media Law. New York: AP, 2017.
BECKER, Howard S. Outsiders: studies in sociology of desviance. New York: The Free Press, 1963.
BURKE, Peter. Sociologia e história. Lisboa: Afrontamento, 1980.
BLANRUE, Paul-Eric. As muitas vidas da Ku Klux Klan. Revista História Viva, nº. 21, 2005
BOURDIEU, Pierre. Lição sobre a lição. Vila Nova de Gaia: Estratégias Criativas, 1996.
CALADO, Alder Júlio F. Educação popular como processo humanizador: Quais protagonistas?. In: LEITE, Ivonaldo e PEREIRA, Antonio Alberto. Educação do campo, agroecologia e luta pela terra no Vale do Mamanguape/PB. João Pessoa: Ideia, 2014.
COHEN, Stanley. Folk devils and moral panics: The creation of the mods and the rockers. Oxford: Basil Blackwell, 1987.
DUMAZEDIER, Joffre; CHOSSON, Jean-François; HERFRAY, Charlotte. Acerca del Método Pedagógico del Entrenamiento Mental. Traducción del Francés de Hilda Santos. Cuadernos de Cátedra Facultad de Filosofía y Letras – UBA. Buenos Aires: OPFYL, 2001.
ESCOHOTADO, Antonio. Historia general de las drogas. Madrid: Espasa, 1998.
FERNANDES, Luís. Terapias punitivas e punições terapêuticas: o estranho caso do “toxicodependente”. In: CUNHA, Manuela Ivone e DURAND, Jean-Yves (orgs.). Razões de saúde: poder e administração do corpo – vacinas, alimentos, medicamentos. Lisboa: Fim de Século, 2011.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 39.ed. São Paulo: Cortez, 2000
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade e outros ensaios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
GARAT, Guillero. Marihuana y otras yerbas: prohibición, regulación y uso de drogas en Uruguay. Montevideo: Sudamericana, 2016.
GLOBAL COMMISSION ON DRUG POLICY. Report of the Global Commission on Drug Policy – War on drugs. 2011. Disponible en < http://www.globalcommissionondrugs.org/wpcontent/uploads/2017/10/GCDP_WaronDrugs_EN.pdf> [acceso: 20/04 /2018].
GONZALEZ, Jeferson A. Cultura, educação popular e transformação social nas formulações do MEB e do CPC (1961-1964). Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas – UNICAMP). Campinas: 2011, 135 págs.
GERBER, Rudolph J. Legalizing marijuana: Drug Policy Reform and Prohibition Politics, Westport, CT: Greenwood Press, 2004.
GRILLO, Ioan (2011). El narco: Inside Mexico's Criminal Insurgency. Londres: Bloomsbury, 2011.
LABROUSSE, Alain. Geopolítica de las drogas. Montevideo: Trilce, 2011.
LEFEBVRE, Henri. Lenguaje y sociedad. Buenos Aires: Proteo, 1967.
LEITE, Ivonaldo. De la sociología de la desviación a la sociología de la educación: Drogas, una perspectiva sobre la política uruguaya de regulación del cannabis y las bases hacia el trabajo socioeducativo. Informe de Investigación de Postdoctorado. Departamento de Sociología de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de la República. Montevideo: 2018.
NEUMAN, Elías. La legalización de las drogas. Buenos Aires: Ediciones Depalma Buenos Aires, 1991.
ONU. Convención Única de 1961 sobre estupefacientes. Nueva York. Disponible en < https://www.unodc.org/pdf/convention_1961_es.pdf> [acceso: 14 /03 /2018].
RODRIGUES, Thiago. Política e drogas nas Américas. São Paulo: EDUC/FAPESP, 2004.
SHEERER, Sebastian. Estabelecendo o controle sobre a cocaína (1910-1920). In: BASTOS, Francisco I. y Gonçalves, Odair D. (eds.). Drogas é legal?. Rio de Janeiro: Imago, 1993.
SOCIEDADE DAS NAÇÕES. Convenio para supresión del tráfico ilícito de drogas nocivas. Ginebra: 1936. Disponible en < http://www.oas.org/juridico/spanish/tratados/sp_conve_supre_trafi_ilici_d rog_noci_gine.pdf> [acesso: 12 /03 /2018].
TAYLOR, Ian; WALTON, Paul; YOUNG, Jock. La nueva criminología: contribución a una teoría social de la conducta desviada. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 1997.
TOUBES, Amanda; SIERVENT, María T. ; SANTOS, Hilda; LLOSA, Sandra; LOMAGNO, Claudia. Revisión del concepto de educación no formal - Cuadernos de Cátedra de Educación No Formal. Facultad de Filosofía y Letras UBA: Buenos Aires, 2006.
TOUBES, Amanda; SIERVENT, María T. ; SANTOS, Hilda; LLOSA, Sandra. La situación de la educación de jóvenes y adultos en la Argentina. Revista Brasileira de Educação, nº 18, 2001, pp. 22-34.
TOUBES, Amanda. Un enfoque de la Educación de Adultos. Revista de la Universidad de Buenos Aires, 4, 1961, pp. 744-752.
UNODC. Los trataos internacionales de fiscalización de drogas. Nueva York 2013.
ZAITCH, Daminán. Reducción de daños, seguridad y tráfico de drogas. In: Revista Cuadernos de Seguridad, nº. 11-12, 2009, pp. 51-80. Disponible em <http://www.minseg.gob.ar/sites/default/files/cuadernos/11_zaitch.pdf> [acesso: 20/04/2018].
Downloads
Published
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Os autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da sua autoria e publicação inicial nesta revista.
b) Esta revista proporciona acesso público a todo o seu conteúdo, uma vez que isso permite uma maior visibilidade e alcance dos artigos e resenhas publicados. Para maiores informações sobre esta abordagem, visite Public Knowledge Project, projeto que desenvolveu este sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa, distribuindo o OJS assim como outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Os nomes e endereços de e-mail neste site serão usados exclusivamente para os propósitos da revista, não estando disponíveis para outros fins.
This journal provides open any other party.
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR.



