UMA NOVA MANEIRA DE FAZER PRAGMÁTICA. DOI: 10.5212/MuitasVozes.v.1i2.0004
Mots-clés :
Nova Pragmática, Fato e Valor, Efeitos.Résumé
Dois anos após a publicação da obra “A nova pragmática: fases e feições de um fazer” de Kanavillil Rajagopalan (2010) — em que se reúnem alguns de seus textos sobre pragmática — percebe-se que, de um modo geral, há duas maneiras de fazer pragmática: uma, inspirada nos desdobramentos feitos por Searle a partir da teoria dos atos de fala (Austin); e outra, nas reflexões feitas por Rajagopalan, baseadas em outra leitura da teoria austiniana e em críticas das direções seguidas por Searle. Apoiando-se na segunda maneira de fazer pragmática (o fazer B), o objetivo é apontar as referências teórico-metodológicas que necessitam ser reelaboradas para a análise de textos. Para este trabalho, serão analisadas duas tirinhas da Mafalda, produzidas pelo cartunista Quino. Espera-se que, com o “novo” fazer pragmático, os atos interpretativos extrapolem os limites da sentença, uma vez que partem dos princípios dos quais: a) por trás de um fato, há um valor; b) dizer é fazer e c) nomear é predicar.
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