https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/issue/feedOlhar de Professor2025-02-19T12:20:38+00:00Revista Olhar de Professorolhardeprofessor@uepg.brOpen Journal Systems<p>A Revista Olhar de Professor (ISSN eletrônico 1984-0187/ ISSN 1518-5648) é um periódico acadêmico, de fluxo contínuo proposto pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG (Paraná, Brasil). Desde 1998, vem divulgando pesquisas e estudos relacionados à educação e à formação de professores. Publica artigos científicos e, conforme o fluxo existente, reflexões sobre experiências pedagógicas significativas, resenhas, entrevistas e textos de palestras proferidas que tragam a produção de pesquisadores ligados à pesquisa e a docência na grande área da educação. É dirigida a professores e pesquisadores, assim como a estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de Educação e das Ciências Humanas.</p> <div style="text-align: justify;"> </div>https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/23027A inclusão e o Programa Residência Pedagógica: reflexões e vivências de licenciandas em Pedagogia em tempos de pandemia (COVID-19)2024-07-13T12:27:48+00:00Samara Cavalcanti da Silva Melosamara.melo@uneal.edu.brNeizade Lourdes Frederico Fumesneiza.fumes@iefe.ufal.br<p>Não se aplica.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Dr.ª Samara Cavalcanti da Silva Melo, Dr.ª Neizade Lourdes Frederico Fumeshttps://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/24330Qué puede aportar una artista contemporánea a un aula de Educación Infantil. El color de Jessica Stockholder 2025-02-12T12:02:54+00:00María Á. Alonso-Garridomaagarrido@ucm.esMiguel Domínguez Rigomigdomin@ucm.es<p>Este artículo presenta una reflexión personal acerca del posible diálogo entre las propuestas de arte contemporáneo y la infancia. A modo de ilustración se describe una práctica artística realizada con niños de Educación Infantil basada en la artista Jessica Stockholder. La metodología adoptada es cualitativa y abarca la observación directa en el aula, el análisis de las obras creadas por los niños y los registros orales a través de las grabaciones de audio.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Dr.ª María Ángeles Alonso Garrido, Dr. Miguel Domínguez Rigohttps://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/24362Arte Contemporânea e Instalações de Jogo: uma revisão teórica2025-02-11T00:41:06+00:00Nathalia Scheuermann dos Santosnatyscheuer@gmail.comRodrigo Saballa de Carvalhorsaballa@terra.com.br<p>O artigo é decorrente de pesquisa que, a partir dos Estudos Sociais da Infância em articulação com contribuições do campo da arte contemporânea, tem como objetivo analisar possibilidades envolvendo a arte contemporânea e a Educação Infantil, consoante o trabalho de Ruiz de Velasco Gálvez e Abad Molina (2011; 2019). Trata-se de um estudo bibliográfico cujo foco de análise é o conceito de instalação de jogo e seus desdobramentos. A partir da análise do conteúdo de Bardin (2016), o artigo constitui-se por três unidades de análise: 1 - Instalações segundo a perspectiva de trabalho de Mariana Mucci, María de los Ángeles Arce e Paulina Lapolla; 2 - Instalações a partir do trabalho na formação inicial de professores; e 3 - Reverberações das instalações de jogo na pesquisa acadêmica com crianças. Assim, inferiu-se como diferentes possibilidades de trabalho com instalações podem oportunizar contextos de jogo e exploração, de produção de brincadeiras e performances pelas crianças.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Nathalia Scheuermann dos Santos, Dr. Rodrigo Saballa de Carvalhohttps://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/24343O jogo de pintar de Arno Stern no Ateliê Pintante do Instituto da Primeira Infância (IPREDE/CE)2025-02-11T00:36:17+00:00Luciane Goldberglucianegoldberg@ufc.br<p align="justify">Este artigo apresenta os princípios teóricos e práticos do “Jogo de Pintar” de Arno Stern (Stern, [19--], 1974, 1978, 2011, 2016) e as reverberações dessa prática no Projeto de Extensão “Ateliê Pintante”, parceria entre a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto da Primeira Infância (IPREDE/CE), com crianças em extrema vulnerabilidade social, por meio de pesquisa empírica. O “Jogo de Pintar” acontece em um ateliê diferenciado, o “Closlieu” (do francês “lugar abrigado”), e proporciona a livre expressão e o desenvolvimento da imaginação das crianças, as quais “jogam” com gestos, formas e cores em suas criações espontâneas. Concluiu-se que o “Jogo de Pintar” contribui significativamente para a criação de um espaço de autoconfiança, autonomia e liberdade, essenciais para o processo criativo das crianças, que encontram nesse jogo a oportunidade e as condições adequadas para sua autoexpressão e constituição de si por meio da pintura.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Dr.ª Luciane Goldberghttps://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/24296O presente é a gentileza: a imaginação na leitura e produção de imagens na Educação Infantil2025-02-12T11:57:30+00:00Rayffi Gumercindo Pereira de Souzarayffi.ufcg@gmail.comGabrielle de Lima Sousagabrielle.lima87@gmail.comGilvânia Maurício Dias de Pontesgilpontes56@gmail.com<p>Este artigo examina um relato de experiência sobre as vivências de crianças de 4 e 5 anos com as linguagens das artes visuais em uma instituição de Educação Infantil, mediadas por um professor e uma professora. O objetivo deste trabalho é apresentar uma análise do modo como a apreciação de obras de Arte Contemporânea e a produção de imagens por crianças se inter-relacionam, considerando a mediação docente e o protagonismo infantil. A metodologia se estrutura em torno de um relato de experiência, fundamentado na observação de demandas relacionais de crianças, na apreciação do audiovisual Cuerdas, concebido como produção de Arte Contemporânea, e na proposição de outras vivências com a arte. Os resultados demonstram que as crianças, ao apreciarem o vídeo, atribuíram sentidos espontaneamente a ele, relacionando-o à temática da gentileza. A partir dessa experiência, os docentes propuseram uma nova vivência, na qual as crianças construíram imagens por meio de desenhos, pinturas e colagens, como forma de presentearem uns aos outros. As conclusões sugerem que tais experiências favorecem o desenvolvimento de interfaces significativas entre Arte Contemporânea, leitura/produção de imagens e infâncias, além de promoverem o protagonismo e a imaginação como aspectos essenciais para a edificação de sentidos e saberes na vida das crianças.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Rayffi Gumercindo Pereira de Souza, Gabrielle de Lima Sousa, Dr.ª Gilvânia Maurício Dias de Ponteshttps://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/23712Singularidades no ofício de ensinar: Experiências de uma professora2024-11-12T23:54:17+00:00Letícia Pacheco de Mello Trotteleticia.pacheco.mello@gmail.comVania Finholdt Angelo Leitevfaleite@uol.com.br<p>Neste texto, buscamos compreender o ofício da docência sob a narrativa de Valesca, uma professora dos anos iniciais, que narra sobre si, sua vida, profissão e experiências significativas. Optamos pela pesquisa (auto)biográfica narrativa, porque nos possibilita penetrar nas dimensões cognitivas, afetivas e de ação, que o sujeito/narrador seleciona, organiza de sua história de vida e da profissão para compartilhar com outras professoras. Dialogamos com os autores do campo da pesquisa (auto)biográfica narrativa, principalmente, Bolívar (1995, 1999, 2002, 2012, 2016); Ricoeur (1995); Bruner (1988). Percebemos várias políticas educativas que cerceiam a prática pedagógica das professoras no Brasil, mas que Valesca não acata totalmente em sua docência. Ela procura atender as especificidades de seus alunos, fazendo ajustes na sua atuação docente, de acordo com as condições materiais, do contexto da sua escola, da sua experiência pessoal e profissional. Tais escolhas podem reverberar positivamente para uma autonomia pedagógica, inovação na prática docente, envolvimento colaborativo e resistência a pressões ideológicas. De modo contrário, pode ocorrer um desalinhamento curricular, desigualdade educacional, falta de acompanhamento e avaliação como isolamento e fragmentação dos conhecimentos. Esse posicionamento de ensinar docência fora das diretrizes oficiais, apesar de criar espaço para práticas mais inclusivas e contextuais, também pode gerar um desequilíbrio no acesso à Educação de qualidade e dificultar a construção de uma base sólida para os alunos em um sistema nacional coeso.</p>2025-03-20T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Letícia Pacheco de Mello Trotte, Dr.ª Vania Finholdt Angelo Leite