https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/issue/feedPráxis Educativa2026-02-03T13:20:26+00:00Editorespraxiseducativa@uepg.brOpen Journal Systems<p>A Revista Práxis Educativa, editada sob a responsabilidade do Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado e Doutorado), da Universidade Estadual de Ponta Grossa, tem como objetivo publicar trabalhos que contribuam para o seu campo específico de investigação e que possam servir de referência para outros trabalhos de pesquisa. A revista prioriza a publicação de textos inéditos e de pesquisas já concluídas. </p> <p>ISSN 1809-4031</p> <p>E-ISSN 1809-4309</p>https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/26021FARIAS, Isabel Maria Sabino de; COSTA, Sandy Lima (org.). Mentoria na Formação de Professores(as): pesquisas e experiências. Fortaleza: Imprece, 2025. 208 p.2026-02-03T13:20:26+00:00Priscila Gabriele da Luz Kailerkailer.priscila@yahoo.com.brFranciele Carneiro Stefanellof.uepg@hotmail.comCristiane Ferreira do Nascimento de Andrade23040201019@uepg.br<p>Resenha: FARIAS, Isabel Maria Sabino de; COSTA, Sandy Lima (org.). Mentoria na Formação de Professores(as): pesquisas e experiências. Fortaleza: Imprece, 2025. 208 p.</p>2026-02-04T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Práxis Educativahttps://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/25822Rumo a uma docência libertadora2025-11-22T22:32:25+00:00Ignácio Martín-Barópraxiseducativa@uepg.br<p>Neste artigo, o psicólogo social salvadorenho realiza uma análise crítica sobre o papel da docência universitária na reprodução e possível superação das estruturas de dominação vigentes na América Latina. Ao examinar os aspectos técnicos e institucionais da Educação Superior, sustenta que, quando desvinculada de sua função social e política, a prática docente torna-se alienada, servindo à manutenção de interesses externos à classe trabalhadora. Nessa condição, reforça o conformismo intelectual, as hierarquias e a dependência cultural. Em contraposição, Martín-Baró propõe uma docência libertadora, pautada na autonomia, na criticidade e no compromisso ético-político, fundamentada na diversidade didática e na participação social. Tal pedagogia deve articular o ensino, a pesquisa e a extensão à formação orgânica dos estudantes e, ao mesmo tempo, às demandas concretas dos povos latino-americanos. O autor conclui que transformar a docência exige mais que ajustes metodológicos: requer revolucionar as estruturas institucionais e reconhecer a dimensão política do ato educativo, fazendo da universidade um lócus de fomento à emancipação da classe trabalhadora.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Docência. Universidade. Alienação. América Latina. Psicologia da Libertação.</p>2026-01-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Práxis Educativahttps://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/24571Desigualdades en el desempeño académico en educación secundaria en el Perú: un análisis multinivel2025-11-05T14:19:39+00:00Myrian Luz Ricaldi Echevarriamyrianluz@hotmail.com<p>Este estudio examina las desigualdades en el desempeño académico en matemáticas, lectura y ciencias sociales en estudiantes peruanos, considerando variables como género, gestión escolar y ubicación geográfica. A través de modelos multinivel, se cuantificaron las disparidades y se estimó la variabilidad en los niveles individual, escolar y regional. Los resultados indican que los estudiantes de áreas urbanas y de instituciones privadas presentan un rendimiento significativamente superior. Además, se observó una asociación significativa entre la comprensión lectora y el desempeño en ciencias sociales. Estos hallazgos resaltan la necesidad de políticas educativas basadas en evidencia para reducir desigualdades estructurales en el sistema educativo.</p> <p><strong>Palabras clave:</strong> Desigualdad educativa. Educación secundaria. Análisis multinivel.</p>2026-01-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Práxis Educativahttps://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/24648Repertório estudantil de transformações pictóricas na resolução de problemas via Modelo de Barras de Singapura2025-08-11T13:45:32+00:00Luiz Augusto Richitluizaugustorichit@gmail.comVandoir Stormowskivandoir.stormowski@ufrgs.brAdriana Richitadrianarichit@gmail.com<p>Este artigo apresenta um levantamento das transformações pictóricas que integram o repertório de alunos que usam o Modelo de Barras de Singapura na resolução de problemas verbais. A partir de uma pesquisa bibliográfica delimitada por buscas nas plataformas Scopus e ERIC, mapearam-se os artigos sobre o tema e sistematizamos os achados. A análise dos manuscritos evidenciou que resoluções de problemas via Modelo de Barras envolvem diferentes transformações pictóricas sobre os modelos usados para representar números e suas relações em problemas verbais. Evidenciam-se três tipos gerais de transformações pictóricas, aqui denominadas “transformações por partição”, “transformações por completamento” e “transformações por reposicionamento”. Essas transformações revelam diferentes processos de uso do Modelo de Barras pelos estudantes e constituem parte do conhecimento requerido pelo professor que conduz resoluções de problemas empregando o Modelo de Barras em aulas de Matemática.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Modelo de Barras de Singapura. Transformações pictóricas. Resolução de problemas.</p>2026-01-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Práxis Educativahttps://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/25577Práticas dialógicas de pedagogas da Educação Básica: constituição e princípios organizadores2025-09-17T20:27:50+00:00Victoria Mottim Gaiovic_mottim@hotmail.com Simone Regina Manosso Cartaxosimonemcartaxo@hotmail.com<p>O objetivo deste artigo é analisar a constituição, os elementos orientadores e os princípios organizadores das práticas dialógicas das pedagogas da Educação Básica. Parte do reconhecimento do papel da pedagoga na escola e de seu trabalho, marcados por um contexto contraditório de atuação e de desafios, buscando ir da denúncia da precariedade do trabalho ao anúncio de práticas dialógicas e de transformação da realidade. O referencial teórico pautou-se em Freire (1996, 2000) e Aubert <em>et al</em>. (2018), para a fundamentação do diálogo e da prática dialógica. A pesquisa foi desenvolvida a partir da Metodologia de Investigação Comunicativa (Gómez <em>et al</em>., 2006), e as técnicas utilizadas foram o questionário, com a participação de 71 pedagogas das redes estadual e municipal de ensino, e o grupo de discussão comunicativo, realizado com sete pedagogas da Educação Básica. Os resultados evidenciam que a constituição da prática dialógica acontece a partir da formação inicial e continuada e da experiência profissional vivida e observada. Os elementos que orientam a prática consistem na compreensão do papel da pedagoga, da organização e do planejamento do trabalho pedagógico, da realidade, das estratégias diante dos determinantes externos, bem como do diálogo e da prática dialógica. Apresentam-se como princípios organizadores o conhecimento, o diálogo e as qualidades ou virtudes da pedagoga. A pesquisa evidencia possibilidades de fortalecimento da prática dialógica nas escolas, mesmo em contextos marcados por pressões externas, e aponta que a intencionalidade, a formação continuada e a construção coletiva são caminhos potentes para ampliar práticas de diálogo, participação e transformação na Educação Básica.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Coordenadora pedagógica. Dialogicidade. Elementos limitadores e transformadores da prática.</p>2026-01-06T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Práxis Educativahttps://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/25899O impacto social da Bolsa de Valores: educação gratuita, investimento privado e capital fictício2026-01-19T12:50:02+00:00Carolina Catiniccatini@unicamp.brGustavo M. C. Mellogustavo.m.mello@ufes.brEneida Shiromaeneida.shiroma@ufsc.br<p>Neste artigo, discutem-se estratégias de impacto social e ambiental de corporações por meio da análise de documentos de organizações empresariais, com ênfase em <em>Environmental, Social and Governance</em> (ESG), ou, em português, Ambiental, Social e Governança (ASG), visando à gestão do social. Apresenta-se um estudo dos relatórios da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão –, a Bolsa de Valores do Brasil. Com fundamento no materialismo histórico-dialético, procurou-se desenvolver uma visão crítica da iniciativa burguesa de expansão de investimentos de impacto social, reorganizando as esferas da reprodução social por meio de mecanismos internos às práticas do mercado de capitais. A Bolsa de Valores cria índices de sustentabilidade, regula e tipifica a atuação social, cria carteiras de ativos especiais envolvendo questões sociais e ambientais para atrair investidores e tem um papel ativo e direto em investimentos de impacto social. As articulações dessa cadeia de produção da reprodução social contribuem para a compreensão dos processos de financeirização dos serviços sociais, em particular da educação.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Trabalho e educação. Investimentos de impacto social. Ambiental, Social e Governança (ASG).</p>2026-01-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Práxis Educativa