Um nome, muitas falas: Pamphilo de Assumpção e os discursos jurídicos na Curitiba da belle époque

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Palabras clave:

Conselho Penitenciário, direito, discurso jurídico, crime, criminalidade

Resumen

Um dos mais proeminentes intelectuais de sua geração, o jurista Pamphilo de Assumpção desempenhou diferentes papéis na vida cultural e política da capital paranaense durante a Primeira República. Neste artigo, trataremos de uma parte de sua produção de advogado e jurista, acompanhando suas reflexões acerca do problema do crime e da criminalidade em Curitiba e suas considerações acerca do direito positivo e das novas atribuições das instituições jurídicas e penais. A intenção é apreender a produção destes discursos em dois momentos: nos artigos da imprensa, o esforço por apresentar um modelo ideal de penitenciária, coerente com o crescimento da capital e com os avanços do direito e da criminologia positivistas, ainda no alvorecer do século XX. Nos pareceres do Conselho Penitenciário, do qual foi membro efetivo, o objetivo é acompanhar, alguns anos depois, as intervenções de Assumpção em um outro contexto institucional e temporal: não se tratava mais de propor modelos, mas de gerenciar um sistema que, aquelas alturas, já apresentava seus primeiros sinais de desgaste.

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Publicado

2009-09-09

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Um nome, muitas falas: Pamphilo de Assumpção e os discursos jurídicos na Curitiba da belle époque. Revista de História Regional, [S. l.], v. 14, n. 1, 2009. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2283. Acesso em: 21 may. 2026.

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