Corpos-territórios racializados: dispositivos e marcas do racismo à luz de Sueli Carneiro
DOI:
https://doi.org/10.5212/Rlagg.v.16.i2.0007Resumo
Neste artigo, com base em Carneiro (2005), propomos uma reflexão sobre o que a estudiosa chamou de dispositivo de racialidade, relacionado aos processos de silenciamento de intelectuais negras e negros, bem como às marcas impressas pelo racismo nas pessoas, à
maneira de corpos-territórios racializados. Para tanto, mapeamos e discutimos os casos de racismo noticiados durante os anos de 2022, 2023 e primeiro semestre de 2024 no Portal Geledés. Concluímos que o racismo se territorializa no espaço-tempo multidimensional. Nessa discussão, também buscamos Haesbaert (2020) e Quijano (2010), para quem, além de objetos, os corpos são um “primeiro território de luta”, por meio do qual podem ser abertos os processos de resistência às opressões, no almejo de outras formas de viver.
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