https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/issue/feed Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero 2025-12-30T22:22:36+00:00 Joseli Maria Silva joseli.genero@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Português</strong>:<br>A Revista Latino-americana de Geografia e Gênero tem a missão de publicar artigos científicos relacionados à área de geografia, gênero e sexualidades que contribuam com o desenvolvimento do conhecimento teórico e metodológico deste campo de saber. Além disso, visa estimular o debate acadêmico daqueles que atuam na temática e ampliar as relações com profissionais da América Latina e outras regiões do mundo, através do alcance da mí­dia eletrônica. A revista é uma publicação semestral e é composta pelas seções de artigos, resenhas e entrevistas.<br><br><strong>Español</strong>:<br>La Revista Latinoamericana de Geografía y Género tiene la misión de publicar los artículos científicos relacionados al área de geografía, género y sexualidades que contribuyen al desarrollo del conocimiento teórico y metodológico de este campo del saber. Por otra parte, tiene como objetivo estimular la discusión académica de los que trabajan en el ámbito temático y para ampliar las relaciones con los profesionales de otras regiones del America Latina y de otras regiones del mundo, haciendo uso del alcance de los medios electrónicos. La Revista es una publicación semestral y está compuosta por secciones de artículos, de resúmenes y entrevistas.<br><br><strong>English</strong>:<br>The Latin American Journal of Geography and Gender has as its mission the publication of scientific articles on geography, gender and sexualities focusing specifically on theoretical and methodological perspectives. It promotes the academic debate with those professionals who are actively involved in the area and reaches out to all regions of Latin America and and other regions of the world, via electronic means. It is a bi-annual journal with composed of sections of articles, reviews and interviews.</p> https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/25619 Transformación de la Vida de las Mujeres en la Primera Fase del Sistema Lerma: Una Lectura desde el Hidrofeminismo 2025-09-30T18:42:18+00:00 Maria Veónica Ibarra mariaibarra@filos.unam.mx Esmeralda Pliego Alvarado e_pliego@correo.ler.uam.mx <p>Este artigo se propõe a analisar como o eixo do poder, a partir de uma lógica patriarcal, tornou invisíveis as mulheres, em sua relação com a água. Essa exclusão está inserida em um sistema de dominação amplo que afastou as mulheres, tanto dos âmbitos formais como informais, do poder e do conhecimento relacionado à água, a isso chamaremos de “sistema hidropatriarcal”, apesar de as relações de conhecimento local, gestão e uso – tanto material como simbólico, lúdico e artístico das mulheres – com a água sempre terem existido. Expõe­se como as políticas hídricas governamentais, por meio de obras como o Sistema Lerma, impactaram as mulheres; e como, apesar da segregação sistemática, identifica­se que as mulheres tiveram um papel ativo nos processos de uso, defesa e gestão da água. Problematizar e evidenciar a participação das mulheres com a água em suas dimensões e escalas é o que chamaremos de “olhar hidrofeminista”.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/25537 Mulheres na política local: gênero e a construção do lugar de fala no Centro-Sul Paranaense. 2025-09-30T18:44:59+00:00 Larissa Aparecida Dionizio larissadionizio9@gmail.com Márcia da Silva marcia.silvams@gmail.com <p>Este estudo evidencia o legislativo municipal como um espaço estratégico para a construção de voz e diversidade de representações, fortalecendo a presença de diferentes perspectivas na política local. O objetivo é: evidenciar os desafios que atravessam a atuação dessas mulheres, problematizando como as relações de poder e gênero presentes nas câmaras municipais condicionam sua participação e a apresentação de pautas. A metodologia é baseada na análise de discurso de entrevistas com 16 vereadoras de dez municípios, os quais estão localizados na região Centro­ Sul do Paraná, complementada pela pesquisa bibliográfica e pela consulta a dados secundários, como o Tribunal Superior Eleitoral e Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Assim, busca­se compreender como as mulheres se inserem no cenário político e como suas trajetórias refletem desigualdades.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/25490 Prostituição e modernização urbana: desterritorialização das trabalhadoras do sexo em Juiz de Fora nos séculos XIX-XX 2025-09-02T17:32:13+00:00 Vitória Maria Hipólito Pires vitoriahipolito20@gmail.com <p>O trabalho tem como objetivo analisar a desterritorialização das trabalhadoras do sexo na rua Santa Rita, em Juiz de Fora, no final do século XIX e o início do século XX. Foi realizada uma análise documental e jornalística, utilizando o jornal O Pharol, a fim de compreender os fatores que levaram à remoção dessa atividade. Os resultados indicam que esse processo se consolidou com a Resolução no 864, de maio de 1921, que proibiu a moradia de “pessoas de vida imoral” no centro da cidade. Como consequência, acompanhada de ações repressivas do poder público e da sociedade juiz­forana, as trabalhadoras do sexo foram deslocadas da rua Santa Rita. Essas mulheres foram reterritorializadas em áreas socialmente desvalorizadas, situadas às margens do centro urbano. O estudo contribui para a compreensão dos impactos da urbanização sobre populações marginalizadas, evidenciando processos normativos e sociais que reforçam desigualdades espaciais.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24779 Os monumentos e a simbologia da submissão das mulheres em Vitória da Conquista - BA 2025-08-08T20:23:12+00:00 Joanna De Angelis Andrade Santos joannada70@gmail.com <p>O objetivo do artigo é explorar como os monumentos urbanos carregam simbolismo das relações de poder que promovem a cidade como espaço especialmente ligado à propriedade privada patriarcal em Vitória da Conquista, Bahia. Aborda­-se como esses símbolos estão presentes no espaço urbano e perpassam a forma e o conteúdo das relações sociais. Por meio de postura crítica em relação ao capitalismo, os monumentos foram problematizados e observados sob ótica crítica. Constata-se que as representações simbólicas presentes na cidade servem para demarcar contornos ideológicos que enaltecem a lógica da propriedade privada patriarcal que perpetuam desigualdades sociais e econômicas que sustentam o sistema capitalista.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/25420 A participação das mulheres na luta sindical no serviço público municipal do estado do Ceará 2025-08-21T00:17:55+00:00 Germana Farias Aragão professoragermanaaragao@gmail.com <p>Este artigo, fruto da conclusão da pesquisa de mestrado, tem como objetivo investigar a participação das mulheres no movimento sindical do setor público municipal, no Ceará, com enfoque nas políticas de igualdade de gênero e na construção da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (FETAMCE) e seus sindicatos de base. Para tanto, utilizou­se a pesquisa de natureza qualitativa e de cunho bibliográfica e a entrevista semiestruturada como procedimentos metodológicos. Os resultados indicam que a atuação feminina no sindicalismo do serviço público cearense é marcante e transformadora. As líderes sindicais entrevistadas compartilharam desafios e conquistas, revelando como conseguem equilibrar militância com responsabilidades pessoais e familiares. Além disso, mostraram habilidades de mobilização e negociação que têm impulsionado conquistas significativas. A pesquisa também aponta a necessidade de políticas sociais de apoio às trabalhadoras.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24970 A corporeidade de mulheres negras na docência da faculdade de formação de professores. 2025-08-08T21:02:57+00:00 Thayná Melo Chavão thayna.profgeografia@gmail.com Gabriel Siqueira Corrêa gabrielgeo@hotmail.com.br <p>Esta pesquisa discute as trajetórias socioespaciais de professoras universitárias negras, dialogando com teóricas e teóricos das questões étnico-raciais e de gênero. A presença dessas docentes no ensino superior, ainda ínfima, tem sido objeto de estudos que buscam caracterizar e espacializar esses corpos pouco representados nos departamentos universitários. Analisar os caminhos que as levaram à docência significa dar visibilidade às suas escrevivências, conceito de Conceição Evaristo, ressaltando sua resistência frente às barreiras sociais, raciais e sexistas da sociedade brasileira. Adota-se a História Oral como metodologia, valorizando a oralidade para dar vida a essas narrativas, articuladas ao debate teórico-conceitual. Como resultados, destacam-se as falas das professoras, que evidenciam a importância dos espaços familiares em sua formação e revelam como suas corporeidades se manifestam em diferentes etapas da vida,<br />seja na educação básica, na trajetória universitária ou no ambiente profissional.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24278 Corpos-territórios racializados: dispositivos e marcas do racismo à luz de Sueli Carneiro 2024-12-19T20:38:35+00:00 Amanda Christinne Nascimento Marques amandamarques.geografia@gmail.com Rute Vieira rutgeoufpb@gmail.com Josineide da Silva Bezerra prof.neide@uol.com.br <p>Neste artigo, com base em Carneiro (2005), propomos uma reflexão sobre o que a estudiosa chamou de dispositivo de racialidade, relacionado aos processos de silenciamento de intelectuais negras e negros, bem como às marcas impressas pelo racismo nas pessoas, à<br />maneira de corpos-territórios racializados. Para tanto, mapeamos e discutimos os casos de racismo noticiados durante os anos de 2022, 2023 e primeiro semestre de 2024 no Portal Geledés. Concluímos que o racismo se territorializa no espaço-tempo multidimensional. Nessa discussão, também buscamos Haesbaert (2020) e Quijano (2010), para quem, além de objetos, os corpos são um “primeiro território de luta”, por meio do qual podem ser abertos os processos de resistência às opressões, no almejo de outras formas de viver.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/23798 Lideranças comunitárias, trabalho, autonomia e empoderamento 2024-12-19T19:14:28+00:00 Neuzeli Maria de Almeida Pinto neuzelipinto2609@gmail.com Maria Mary Ferreira mm.ferreira@ufma.br <p>Este trabalho tem por objetivo analisar o processo de construção da autonomia de lideranças comunitárias e refletir sobre como articulam alternativas e possibilidades de desenvolvimento ao trabalho produtivo, e como se manifestam no território, impactando em autonomia e posições que demarcam posturas de empoderamento. Participaram da pesquisa 14 mulheres trabalhadoras da Cooperativa COOPVILA, de fabricação de móveis de madeira reciclável, que atuam na comunidade da Vila Maranhão, São Luís, Maranhão. No que se refere à metodologia, os instrumentos utilizados foram o diário de campo, o inventário sociodemográfico e as entrevistas semi estruturas. Os resultados finais apontaram interação entre as mulheres, por meio do trabalho colaborativo e com autonomia, além do enfrentamento de preconceitos e formas de interdição que dificultaram o desenvolvimento do trabalho.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/23304 A experiência de mulheres no MST a partir do feminismo decolonial 2024-12-20T00:40:26+00:00 Larissa das Graças Choida larissadgchoida@gmail.com Kátia Alexsandra dos Santos kalexsandra@unicentro.br <p>O objetivo foi entender como gênero aparece relacionado à colonialidade do ser, saber, poder e natureza nas vivências de um grupo de mulheres do MST, a partir do Feminismo Decolonial. Participaram do estudo 16 mulheres do Assentamento São Joaquim, em Teixeira Soares, Paraná, com as quais foram realizados 4 encontros. A análise passa por dois eixos analíticos: Um saber que se compartilha: colonialidade do saber e pesquisa com mulheres do MST; Colonialidade de gênero: da economia do cuidado à partilha. Concluímos que, para além do marcador de classe, o gênero e o saber foram elementos importantes para pensar o cotidiano das mulheres, além de estarem relacionados aos demais efeitos da colonialidade, possibilitando uma análise de como a lógica moderna colonial opera no cotidiano do feminino no movimento.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24963 Geografia, corpo e violência contra as mulheres: tramas espaciais de poder e resistência 2025-08-21T00:31:37+00:00 Carolina da Silva Santos carolinasantos90@gmail.com <p>Este artigo propõe uma leitura crítica das dinâmicas materiais e simbólicas das relações de poder, com base na Geografia e na interseccionalidade. Analisa como o espaço geográfico é produzido por práticas sociais e culturais que reproduzem desigualdades estruturais de gênero, raça, classe e sexualidade. A partir de uma metodologia de análise conceitual bibliográfica, o estudo compreende o espaço como campo de disputas simbólicas e institucionais, onde arranjos urbanos operam como dispositivos de controle, disciplina, mas também de resistência. Destaca-se a subalternização e invisibilização de determinados corpos, especialmente os femininos, e o papel da violência na normatização das espacialidades. O texto critica os paradigmas eurocentrados e objetivistas da tradição geográfica, defendendo epistemologias feministas e saberes situados como alternativas teórico-metodológicas. Conclui-se que pensar a Geografia nas interseções entre corpo, poder e espaço é um gesto político e ético essencial à compreensão das desigualdades e à construção de geografias mais justas, plurais e transformadoras.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/23909 Violência Contra Mulheres Rurais e Tecnologia Digital: A Experiência de Um Projeto de Pesquisa e Extensão em Pernambuco 2025-02-07T20:47:01+00:00 Lorena Lima de Moraes lorena.moraes@ufrpe.br Josefa Karolyne do Nascimento Bezerra josefa.knb@gmail.com Roseane Amorim da Silva roseaneamorims@gmail.com Mauricélia de Sousa Silva celiasousa.by@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é refletir sobre a violência contra as mulheres rurais, a partir da experiência do projeto de pesquisa extensão que teve como um dos seus produtos o desenvolvimento de um aplicativo intitulado “Lamparina”, além da realização de oficinas voltadas para mulheres rurais. Discutimos a temática da violência contra mulheres rurais a partir da literatura disponível, em interface a uma pesquisa nacional e aos dados coletados através do Lamparina, além de refletir sobre os relatos e situações compartilhadas durante as<br />oficinas. Os dados coletados nos apresentaram o perfil de mulheres rurais vítimas de violência, os principais tipos de violência sofridos, as dificuldades que elas possuem para buscar ajuda e realizar a denúncia, entre outras questões. Diante do observado, ressaltamos a<br />necessidade de pesquisas, atividades extensionistas e políticas públicas voltadas para esse público, que evidenciem as questões socioculturais e as desigualdades socioespaciais que agravam a violência contra as mulheres rurais.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24885 Por entre o corpo e o corpo-território, as gentes: uma introdução à aplicação da categoria corpo para a geografia da população 2025-04-28T19:20:23+00:00 Isis do Mar Marques Martins isismartins@ufpa.br Kamilly Antunes de Assis kamillyantuness@gmail.com Geovana Kellen de Azevedo Guimarães kellenguimaraes14@gmail.com <p>Para construir um novo limiar do conhecimento, faz-se necessário um debate denso, contudo introdutório, das categorias e do processo de elaboração da temática. Nesse sentido, nosso objetivo é analisar a categoria corpo no espaço-tempo da ciência geográfica contemporânea, e seu potencial para a geografia da população, campo da ciência geográfica que possui amarras e trejeitos considerados, por muitas e muitos, tradicional ou conservador. Afora as más línguas, já existem produções que revelam o potencial que esperamos dessa correlação, mas precisamos avançar. Com a consolidação do pensamento conceitual da categoria corpo­<br />território, é possível constituir novos cenários para a geografia da população? Essa é uma das inúmeras perguntas que hoje se elabora, a partir desse denso debate.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/23856 Os territórios configurados por/para as populações LGBT+ no espaço urbano em Londrina 2024-12-19T19:33:21+00:00 Leonardo Ferreira leonardo.ferreira@uel.br Vera Lucia Tieko Suguihiro suguihiro@uel.br <p>Este artigo tem como objetivo identificar e caracterizar os territórios configurados por/para as populações LGBTIAP+, na cidade de Londrina, Paraná, discutindo como tais espacialidades revelam as contradições e potencialidades da vivência urbana contemporânea para pessoas dissidentes de gênero e sexualidade. A pesquisa adota uma abordagem quantitativa qualitativa, exploratória e multiescalar, mobilizando diferentes estratégias metodológicas: levantamento de dados oficiais e hemerográficos de violência; aplicação de questionário online à população LGBTIAP+; e realização de entrevistas com lideranças sociais e proprietários de estabelecimentos voltados à comunidade. A análise foi orientada por quatro categorias teóricas: Territórios de Medo, de Morte, de Resistência e de Convivência. A cartografia produzida evidencia a sobreposição dessas territorialidades, demonstrando que a cidade é, simultaneamente, espaço de exclusão e de possibilidade. Conclui-se que reconhecer tais dinâmicas é fundamental para subsidiar políticas públicas urbanas interseccionais e para ampliar o direito à cidade da população LGBTIAP+.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/24775 Tem homofóbico no rolê: um debate sobre processos de disputa territorial no lazer noturno LGBTI+ na porção central de Florianópolis 2025-08-21T00:21:36+00:00 Bruno Jordão de Miranda brunojordaodemiranda@gmail.com Renata Rogowski Pozzo renata.pozzo@udesc.br <p>Este artigo debate a ocupação e negociação territorial em espaços de lazer noturno LGBTI+, em Florianópolis, nos anos 2010, focando na boate 1007 e nos Bailes do Madalena. Explora disputas por pertencimento, segurança e visibilidade entre públicos queer e não queer,<br />influenciadas por marcadores sociais como raça e classe. Em espaços fechados, a segregação microterritorial moldou os conflitos; nos eventos abertos, a interação entre diferentes grupos marginalizados gerou novas tensões. Com metodologia mista, que combina análise<br />documental, entrevistas semiestruturadas e netnografia, o estudo revela a adaptação da população queer na busca por expressão e resistência.</p> 2025-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/23711 Além do arco-íris: o suicídio da população LGBTI+ numa compreensão fenomenológico-hermenêutica 2024-12-19T18:43:52+00:00 Maria Vanessa Morais da Silva vanessamorais21@gmail.com Ana Karina Silva Azevedo anakarinaazevedo@hotmail.com <p>A população LGBTI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Intersexo) tem sido apontada com maior propensão ao suicídio na literatura científica. Nessa direção, esta pesquisa tem como objetivo compreender a experiência de pessoas LGBTI+ que tentaram<br />suicídio, a partir da perspectiva fenomenológico­-hermenêutica de Martin Heidegger. Foram entrevistadas pessoas que tentaram suicídio e sobreviveram. As análises foram feitas a partir da inspiração no círculo hermenêutico compreensivo. As narrativas demonstraram vivências de sofrimento, violência, existências sem pertencimento e o matar-se como possibilidade de não mais habitar este mundo. Espera-se que os resultados contribuam para ampliar a discussão sobre a saúde mental da população LGBTI+ na sociedade brasileira.</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/25946 Apresentação 2025-12-30T18:25:51+00:00 Joseli Maria Silva joseli.genero@gmail.com Diana Lan dianalan50@hotmail.com <p>Apresentação</p> 2025-12-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero