Tangram como ferramenta tecnológica e educativa

ensino de Arte e Matemática no contexto prisional de uma penitenciária do Paraná

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/RevTeiasConhecimento.2026.25184

Palavras-chave:

Ferramentas tecnológicas, Educação prisional, Tangram

Resumo

O artigo explora o uso do Tangram como uma ferramenta educacional e tecnológica inovadora para o ensino de matemática e arte no contexto prisional de uma penitenciária no Paraná. O Tangram, composto por sete peças geométricas simples, carrega um potencial transformador que transcende sua aparente simplicidade, oferecendo possibilidades infinitas de aprendizado e criatividade. No ensino de matemática, o Tangram auxilia no desenvolvimento do raciocínio lógico e na compreensão de conceitos geométricos, como formas, áreas, perímetros e ângulos. Além disso, contribui para a formação de habilidades relacionadas à resolução de problemas e ao pensamento crítico. Já no campo das artes, ele promove a criação de composições visuais e o entendimento de conceitos como simetria, proporção e estética, incentivando o desenvolvimento criativo e expressivo dos alunos. O estudo enfatiza a relevância do Tangram como uma ferramenta educacional capaz de superar as barreiras do ambiente prisional, oferecendo novas perspectivas educacionais e contribuindo para o aprimoramento acadêmico e social dos indivíduos privados de liberdade. Assim, o artigo demonstra como um recurso aparentemente simples pode se tornar um agente poderoso de transformação pessoal e educacional.

Biografia do Autor

  • Erica Chiulo, Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Possui formação em Fisioterapia pela Universidade Paranaense - UNIPAR (2003), Formação Complementar em Arte Educação pela Faculdade Integrada da Grande Fortaleza (2009), Pós Graduada em Educação Especial - Educação Bilíngue para Surdos (2011),Mestranda em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG, Concursada pela UFPR para trabalhar como professora da Secretaria da Educação e do Esporte (2009) e Concursada pela PUC -PR para atuar como professora de Arte também para a Secretária da Educação e do Esporte em (2012), Selecionada pelo concurso da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho para lecionar Arte no ambiente prisional (2013). Trabalhou com Tutora Interprete em LIBRAS pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2012 - 2015). 

  • Rita de Cássia da Silda Oliveira, Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1980) e Doutorado em Filosofia e Ciências da Educação - Universidade de Santiago de Compostela (1998), revalidado pela Universidade Federal de Minas Gerais (1999). Gerontóloga pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Pós Doutorado em Educação -Universidade de Santiago de Compostela (2011). Coordena o Programa da Universidade Aberta para a Terceira Idade (UATI) na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Atualmente é Professora Associada C da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Professora Permanente do Programa de Pós Graduação em Educação (Mestrado e Doutorado) na UEPG, na linha de História e Políticas Educacionais, com as disciplinas de Educação de Jovens, Adultos e Idosos, Educação, Política e Sociedade, Educação Permanente e Espaços Educativos na sociedade brasileira, Teorias e Educação, Seminários de Tese. Coordenadora do Mestrado Profissional em Rede - Educação Inclusiva. Coordena a linha de Pesquisa intitulada Políticas Públicas e Educação permanente de Jovens, Adultos e idosos, É bolsista Produtividade em Pesquisa - CNPq. Coordenadora do Curso de Especialização em Gerontologia na modalidade da Educação a Distância (UAB/UEPG) Membro da Latin American Research Network on Ageing (LARNA) of the Oxford Institute of Ageing at the University of Oxford. Membro da Rede Iberoamericana de Programas Universitários para Adultos Maiores (RIPUAM). Membro Presidente da Associação Brasileira das Universidades Abertas da Terceira Idade (ABRUNATI). Membro do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso do Município de Ponta Grossa. Prêmio de Extensão Universitária (2013) pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Moção de Aplauso recebida da Câmara dos Vereadores do Município de Ponta Grossa pelos serviços prestados a sociedade pontagrossense para os idosos (2015). Título de Cidadã do Município de Ponta Grossa (2016), oferecido pela Câmara de Vereadores. Menção Honrosa (2016) pelos 25 anos da Universidade Aberta para a Terceira Idade, recebida da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. Tem livros e capítulos de livros publicados versando sobre o tema educação permanente, envelhecimento, velhice, educação de jovens e adultos e políticas públicas. Possui experiência na área de Educação, atuando principalmente com os seguintes temas: educação permanente, educação de jovens e adultos, terceira idade, gerontologia, políticas públicas, universidade aberta, educação inclusiva, sociologia, fundamentos da educação e metodologia da pesquisa.

  • Everson Manjinski, Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Cientista Social e Professor da Graduação e Pós-graduação lato-sensu da Universidade Estadual de Ponta Grossa e Professor do Programa de Pós-Graduação stricto-sensu Mestrado em Educação Inclusiva em Rede Nacional (PROFEI), Pós-Doutor e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UEPG (PPGE/UEPG), Pós-doutor em Ciências Jurídicas (UNLM), Doutor(UAA) e Mestre em Direito (UAA). Também é Mestre em Ciências Sociais Aplicadas (UEPG), tendo cursado bacharelado em Direito (UEPG) e licenciatura em Letras (UEPG). Autor de vários livros e artigos. Pesquisador certificado do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Políticas, envelhecimento, direitos humanos e inclusão (NEPEDHI) e integrante do Grupo de Pesquisa Políticas públicas, educação permanente e práticas educacionais de jovens, adultos e idosos. Como professor do PROFEI é avaliado na nova área de avaliação (out/2023) do Capes: Ciências e Humanidades para a Educação Básica. Tem experiência na área de Educação Superior. Atua nas linhas de pesquisa em Educação Inclusiva, direitos humanos e ensino superior. Sua linha de pesquisa está calcada no Projeto "Os direitos humanos como reflexo de internacionalização luso-espanhola, africana na educação inclusiva brasileira". Professor de Medicina Legal e Ciências Forenses na Graduação e Pós-Graduação, Professor dos Cursos de Direitos e também de Segurança Pública na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Professor da Especialização em Direito Penal e Processo Penal e da Escola da Magistratura do Paraná.

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Publicado

2026-10-14

Como Citar

Tangram como ferramenta tecnológica e educativa: ensino de Arte e Matemática no contexto prisional de uma penitenciária do Paraná. Teias do Conhecimento, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 315–334, 2026. DOI: 10.5212/RevTeiasConhecimento.2026.25184. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/teias/article/view/25184. Acesso em: 21 out. 2026.