Quando a raça interpela a infância

Perspectivas históricas e políticas das infâncias negras

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260011

Resumo

Este ensaio analisa as concepções de infância no Brasil a partir de uma perspectiva histórico-política, evidenciando como a raça atravessa a produção de saberes, práticas institucionais e políticas públicas voltadas às crianças negras. Do período colonial ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o texto problematiza processos históricos de violação de direitos e destaca a persistência do racismo na negação do direito às infâncias negras, bem como a relevância do aprofundamento das pesquisas sobre a temática.


Palavras-chave: Infâncias Negras. História. Violação. Narrativas.

Biografia do Autor

  • Stallone Abrantes (UFF), Universidade Federal Fluminense

    Professor Adjunto no Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior (INFES) da Universidade Federal Fluminense. Doutor e Mestre em Psicologia pela mesma instituição. Tem se dedicado aos estudos acerca das infâncias brasileiras e seus recortes em gênero, classe, raça e território. 

  • Gabriel Farias Mendes (UERJ), Universidade Estadual do Rio de Janeiro

    Doutorando e Mestre em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Licenciado em Letras - Literaturas pela mesma instituição. É diretor e dramaturgo com foco no teatro para as infâncias. É membro fundador da Cia. Ávida, grupo de São Gonçalo, que desde 2007 desenvolve uma pesquisa sobre teatro e infância. Recentemente dirigiu os espetáculos Bordador de Mundos e Kawó: Rei Chama. 

  • Gisele Américo Soares (UFF), Universidade Federal Fluminense

    Professora Adjunta no Instituto  do Noroeste Fluminense de Educação Superior (INFES) da Universidade Federal Fluminense. Doutora e Mestre em Educação pela mesma instituição. Desenvolve pesquisas no âmbito da formação de professores. 

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

Quando a raça interpela a infância: Perspectivas históricas e políticas das infâncias negras. (2026). TEL Tempo, Espaço E Linguagem, 17(1), 673-688. https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260011