Acordamos no morir: Cuerpo, imagen y la disputa sobre los sentidos de la muerte en los museos

Corpo, imagem e disputa de sentidos da morte nos museus

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20250040

Resumen

La muerte, en su ambigüedad, encuentra en la museología un campo de tensión entre el silencio y la exposición. En el ámbito de la anatomía, el cuerpo a menudo se reduce a un objeto, sin reflexionar sobre sus significados culturales. En un escenario de amplia circulación y comunicación digital de las ciencias médicas, se propone que estos espacios se conviertan en ámbitos críticos, integrando la ciencia, la ética y la historia para repensar sus representaciones.

Biografía del autor/a

  • Ellen Nicolau (UNIFESP), Universidade Federal de São Paulo

    Doutoranda em História com pesquisa acerca dos processos de memória e musealização da Saúde Indígena, é mestra em Museologia, licenciada em História com aperfeiçoamento em Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas a luz do Materialismo Crítico, pedagoga. É técnica em Museologia e possui atuação majoritária no campo da Museologia, gestão cultural e Educação com experiências relacionadas à mediação cultural, processos museológicos e gestão de instituições culturais. Atualmente é professora no curso técnico de Museologia (Centro Paula Souza) e assessora técnica no Museu do Futebol, em São Paulo.

Publicado

2025-11-17