Do espanto à esperança, ou entre Plínio Marcos e Clarice Lispector

A violência policial em duas cenas contemporâneas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260003

Resumo

Clarice Lispector e Plínio Marcos fizeram da literatura um modo radical de espantar-se com “a” realidade, criando experiências “com” o real nos anos de 1962 e 1977, respectivamente. Borrando as fronteiras entre História e Literatura, analiso as formas de composição literária dos contos “Mineirinho” e “Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos”, problematizando a literatura como uma forma de partilha do sensível na infindável tarefa da crítica da violência e seus efeitos. 


Palavras-chave: Literatura menor. Relações étnico-raciais. Plínio Marcos. Clarice Lispector.

Biografia do Autor

  • José dos Santos Costa Júnior (URCA), Universidade Regional do Cariri

    Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Regional do Cariri (URCA). Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integra o Laboratório de Pesquisa em História Cultural (LAPEHC/URCA/CNPq) e o Núcleo de Pesquisa em Ensino de História e Cidadania (NUPHISC/URCA/CNPq). Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de História (Prof-História) e do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL - mestrado acadêmico) da URCA. Editor-chefe da Revista Brasileira de Ensino de História (RBEH). 

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

Do espanto à esperança, ou entre Plínio Marcos e Clarice Lispector: A violência policial em duas cenas contemporâneas. (2026). TEL Tempo, Espaço E Linguagem, 17(1), 577-601. https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260003