"Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais"
Ausência parental e as consequências subjetivas do desaparecimento forçado
DOI:
https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260025Resumo
Resumo: Nas ditaduras, o desaparecimento forçado representava a aniquilação total do inimigo. Para quem ficava, especialmente crianças, restava lidar com a impossibilidade do luto, a ausência repentina, e a incompreensão da militância X repressão. Este texto pretende analisar como a ausência parental por desaparecimento alterou a dinâmica dos infantes durante a ditadura brasileira. Como fontes, teremos o filme “15 filhos”, os relatórios finais das Comissões da verdade Nacional e de São Paulo e o livro “Infância roubada”.
Palavras-chave: Ditadura militar brasileira. Infância. Desaparecimento forçado. Memória.
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