"A gente combinamos de não morrer"
Corpo, imagem e disputa de sentidos da morte nos museus
DOI :
https://doi.org/10.5935/2177-6644.20250040Résumé
A morte, em sua ambiguidade, encontra na museologia um campo de tensões entre silêncio e exposição. No âmbito da anatomia, o corpo é muitas vezes reduzido a objeto, sem reflexão sobre seus sentidos culturais. Em um cenário de ampla circulação e comunicação digital das ciências médicas, propõe-se que esses espaços se tornem arenas críticas, integrando ciência, ética e história para repensar suas representações.
Palavras-chave: Museu. Corpo. Morte
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