Formação social brasileira e racismo estrutural na institucionalização de crianças e adolescentes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260020

Resumo

O artigo aborda a relação entre a institucionalização de crianças e adolescentes negros no Brasil e o racismo que estrutura a formação social, tomando como base empírica os dados do Censo MCA (Módulo Criança e Adolescente) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Nos censos 21º ao 34º são analisados os dados de cor ou raça. Por fim, apontamos reflexões no sentido do antirracismo como fundamento ético-político no trabalho com crianças e adolescentes em condição de institucionalização.


Palavras-chave: Acolhimento institucional de crianças e adolescentes. Censo MCA RJ. Formação social brasileira. Racismo estrutural.

 

Biografia do Autor

  • Teresa Cristina Torres de A do Amaral (PMRJ), Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro

    Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2024). Assitente Social do Ministério da Saúde (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia - INTO) desde 2006 e da Prefetirua do Rio de Janeiro (Secretaria Municipal de Assistência Social - SMAS) desde 2009.  Na SMAS estou lotada em uma Unidade de Reinserção Social - URS de adolescentes.

  • Ana Paula Procopio da Silva (UERJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Diretora (2024-2028) e professora adjunta da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Bolsista Prociência UERJ (2024-2027). Doutora em Serviço Social (UFRJ, 2017). Coordenadora adjunta do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-americanos- PROAFRO UERJ. Pesquisadora integrante do Centro de Estudos Octavio Ianni (FSS/UERJ).

Publicado

2026-06-26

Como Citar

Formação social brasileira e racismo estrutural na institucionalização de crianças e adolescentes. (2026). TEL Tempo, Espaço E Linguagem, 17(1), 652-672. https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260020