O adultocentrismo como estrutura de exclusão política

As vozes adolescentes, onde estão?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260014

Resumo

Neste artigo, propomo-nos a refletir sobre a participação política das adolescências à luz da atual insurgência da denominada Geração Z em diferentes contextos do Sul Global. A análise fundamenta-se em leituras críticas sobre o adultocentrismo enquanto estrutura social de exclusão e silenciamento de pessoas não adultas, situando essas discussões em um campo de questionamento às formas institucionalizadas de participação. Sustentamos que, a partir dos sentidos políticos emergentes do cotidiano e das gramáticas simbólicas que organizam as intervenções das adolescências nos rumos sociais, torna-se possível a construção de caminhos intergeracionais para a elaboração de conflitos comuns e a reinvenção do espaço público.


Palavras-chave: Adultocentrismo. Participação política. Adolescências. Geração Z.

Biografia do Autor

  • Letícia Duarte de Sena (PUC-SP), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Psicóloga. Mestranda em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

  • Beatriz Borges Brambilla (PUC-SP/UNISANTOS), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Universidade Católica de Santos

    Psicóloga. Mestra em Psicologia da Saúde pela Universidade Metodista de São Paulo. Doutora em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

O adultocentrismo como estrutura de exclusão política: As vozes adolescentes, onde estão?. (2026). TEL Tempo, Espaço E Linguagem, 17(1), 305-324. https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260014