"Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais"

Ausência parental e as consequências subjetivas do desaparecimento forçado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260025

Resumo

Resumo: Nas ditaduras, o desaparecimento forçado representava a aniquilação total do inimigo. Para quem ficava, especialmente crianças, restava lidar com a impossibilidade do luto, a ausência repentina, e a incompreensão da militância X repressão. Este texto pretende analisar como a ausência parental por desaparecimento alterou a dinâmica dos infantes durante a ditadura brasileira. Como fontes, teremos o filme “15 filhos”, os relatórios finais das Comissões da verdade Nacional e de São Paulo e o livro “Infância roubada”.

 

Palavras-chave: Ditadura militar brasileira. Infância. Desaparecimento forçado. Memória.

 

Biografia do Autor

  • Caroline Rios Costa (FGV), Fundação Getulio Vargas

    Doutoranda em História no Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Mestra em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Bacharel-licenciada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Faz parte da COMUM-UERJ (Comunidade de Estudos da Teoria da História da UERJ), do NEHMED-UERJ (Núcleo de Estudos de História, Memória e Ensino da Ditadura Militar Brasileira), do TEMPO-UFRJ (Núcleo de História Oral e Memória de Estudos do Tempo Presente) e do GT de Gênero da Anpuh-RJ. Atua principalmente nos seguintes temas: Justiça de Transição, Comissões da verdade, Teoria da História, História do tempo presente, Ditadura militar brasileira, Infância, Gênero, Memória, Comissão da Verdade, Comissionismo, Trauma e Maternidade.

Downloads

Publicado

2026-06-26

Como Citar

"Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais": Ausência parental e as consequências subjetivas do desaparecimento forçado. (2026). TEL Tempo, Espaço E Linguagem, 17(1), 602-627. https://doi.org/10.5935/2177-6644.20260025