Editorial | Editor's Note | Presentación

Autores

  • Clayton Barbosa Ferreira Filho (UNICENTRO) UNICENTRO
  • Gerson Pietta (UNICENTRO) UNICENTRO
  • Luiz Gustavo de Oliveira (UNICENTRO) UNICENTRO
  • Wallas Jefferson de Lima (UNICENTRO) UNICENTRO

Palavras-chave:

História, Regiões, Pesquisa, Faxinais, Quilombos, Identidades, Indígenas, Africa

Resumo

Grande mola dos acontecimentos, o poder, em seus mais variados aspectos (político, religioso, cultural, etc.), quase sempre buscou submeter os homens a seus ditames. Gerindo vidas, ele controlou, coagiu e oprimiu as ações humanas ao longo da História. Pretendeu a tudo julgar. Ao seu lado, como já enfatizado por Norbert Elias, o Estado surgiu e se consolidou como o responsável pela organização e controle social. Totalitário, também ele buscou impor regras. Todavia, ainda que sob um alto custo, as normas podem ser burladas. Frequentemente, e cada vez mais, os homens rebelam-se. Tornam-se transgressores, infratores, marginais. O número da Revista Tempo, Espaço e Linguagem que ora publicamos tem o propósito de refletir acerca dessas relações conflituosas. O tema de seu dossiê, Poder, Estado e Marginalidade, privilegia temas caros aos historiadores e foi edificado sobre novos paradigmas e múltiplos horizontes historiográficos.

Abstract
Great spring of events, the power, in its various aspects (political, religious, cultural, etc.). Almost always submit to men tried their interests. Managing life, he controlled and coerced and oppressed human actions throughout history. Intended to judge everything. At his side, as already emphasized by Norbert Elias, the state emerged and consolidated as responsible for the organization and social control. Totalitarian, he also sought to impose rules. However, even under a high cost, the rules can be circumvented. Often, and increasingly, men rebel. They become offenders, offenders, marginal. This issue of journal Tempo, Espaço and Linguagem aims to reflect on these conflicting relationships. The theme of his dossier, Power, State and Marginality, emphasizes important themes to historians and was built on new paradigms and multiple historiographical horizons.
Keywords: power, State, marginality.

Resumen
Gran fuente de eventos, el poder, en sus diversos aspectos (político, religioso, cultural, etc.) Casi siempre presente a los hombres probado sus intereses. Gestionando vidas, ha controlado, coaccionado y oprimido acciones humanas a lo largo de la historia. Lo ha intencionado  juzgarlo todo. A su lado, como ya se ha destacado por Norbert Elias, el estado surgió y se consolidó como el responsable de la organización y el control social. Totalitario, también trató de imponer reglas. Sin embargo, incluso en un alto costo, las reglas pueden ser eludidas. A menudo, y cada vez más, los hombres se rebelan. Se convierten en infractores, delincuentes y marginales. Este número de la revista Tempo, Espaço y Linguagem tiene como objetivo reflexionar sobre estas relaciones conflictivas. El tema de su dossier, Poder, Estado y Marginalidad, hace hincapié en temas importantes para los historiadores y se construyó sobre los nuevos paradigmas y múltiples horizontes historiográficos.
Palvras clave: poder, Estado, marginalidade.

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