Reavaliação de Oliveirania santa catharinae (sic) Maury 1927 e icnofósseis associados (Grupo Itararé, Carbonífero Tardio da Bacia do Paraná, Brasil)
Palavras-chave:
Pterichnus mauryae isp. nov., Formação Rio do Sul, Annelida, Crustacea, PaleozoicoResumo
As camadas de Anitápolis (SC) foram objeto de expressivas discussões sobre idade e paleoambiente na primeira metade do século XX. Hoje são correlatas aos ritmitos do Grupo Itararé, mas alguns dos fósseis integrantes destes estudos não foram posteriormente revisados. É o caso de Oliveirania santa catharinae (sic) Maury 1927, espécie atribuída originalmente a anelídeos, e dos icnofósseis atribuídos a ela por associação. Os fósseis de Annelida foram aqui considerados como pseudofósseis de origem inorgânica. Os icnofósseis atribuídos a Oliveirania foram redescritos como uma icnoespécie nova, Pterichnus mauryae isp. nov., possivelmente relacionada à atividade de crustáceos. Esta é a primeira ocorrência de Pterichnus no Brasil e a mais antiga no mundo.
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