Repatriamento, Incorporação e Destruição: o destino da Coleção Caster no Museu Nacional/UFRJ

Autores

  • Sandro Marcelo Scheffler Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ
  • Antonio Carlos Sequeira Fernandes Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ
  • Mariana Batista da Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, RJ
  • Roberto Videira-Santos Universidade Estadual de Goiás, UEG, Niquelândia, Goiás, GO
  • Letícia Brandão Gomes de Sousa Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro, RJ

Palavras-chave:

Patrimônio Paleontológico, Fósseis, Paleoinvertebrados

Resumo

Em meados do século XX, o geólogo Kenneth E. Caster coletou fósseis de invertebrados paleozoicos e mesozoicos sul-americanos, contribuindo ainda com importantes pesquisas para a geologia brasileira. O acervo paleontológico reunido foi encaminhado para estudo na Universidade de Cincinnati (EUA), onde permaneceu por mais de seis décadas. Em 2016, em um acordo inédito entre a Universidade de Cincinnati e o Museu Nacional/UFRJ, deu-se o repatriamento da Coleção Caster, incorporando-a ao acervo de paleoinvertebrados do Museu Nacional. O relato esclarecendo a trajetória do repatriamento da coleção e sua trágica, mas parcial, destruição no incêndio da instituição em 2018, bem como o atual destino no acervo, é o objetivo do presente artigo.

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Publicado

23-12-2021

Edição

Seção

Dossiê Temático Palaios 20 anos – Paleontologia Estratigráfica

Como Citar

Repatriamento, Incorporação e Destruição: o destino da Coleção Caster no Museu Nacional/UFRJ. Terr@ Plural, [S. l.], v. 15, p. 1–21, 2021. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/17747. Acesso em: 29 abr. 2026.