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@article{Bivalvia (Mollusca) devonianos do Brasil: taxonomia e estratigrafia_2021, volume={15}, url={https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/19838}, abstractNote={ Apesar de conhecidos desde o século XIX, estudos sistemáticos de Bivalvia ainda enfrentam grandes desafios devido a problemas de preservação de caracteres diagnósticos e maior número de espécimes por táxon. Algumas espécies são bem conhecidas e abundantes, por outro lado a maioria está representada por poucos exemplares ou mesmo apenas por seu holótipo. Assim, muitas continuam consideradas inválidas segundo o Código de Nomenclatura Zoológica Internacional. Aqui discute-se os problemas taxonômicos existentes no grupo Bivalvia do Devoniano no Brasil, enfatizando a biodiversidade, posicionamento estratigráfico e distribuição geográfica em quatro bacias sedimentares intracratônicas - Amazônica, Paraná, Parnaíba e Jatobá. Foram identificados 77 táxons, sendo 66 distribuídos em duas subclasses, três infraclasses, 18 famílias e 30 gêneros, acrescidos de 11 espécies em discussão taxonômica supraespecífica. Dos bivalves estudados, 10 ainda não possuem epíteto específico, demonstrando a necessidade de estudos mais acurados para o táxon. A maior diversidade encontra-se na Bacia Amazônica, com 39 espécies, seguida pela Bacia do Paraná (24 espécies), Bacia do Parnaíba (11 espécies) e Bacia do Jatobá (oito espécies). Há compartilhamentos de alguns táxons entre pelo menos duas a três bacias, assim como a diversidade de certo gênero para determinada bacia. Isso pode ser evidenciado principalmente, pelos gêneros: Palaeoneilo e Grammysioidea entre as bacias do Amazonas, Parnaíba e Paraná; Cypricardella e Sanguinolites entre as bacias do Amazonas, Paraná e Jatobá; Nuculites (Nuculites) pelas bacias do Parnaíba, Paraná e Jatobá; e Spathella, pelas bacias do Amazonas, Parnaíba e Jatobá. O maior complartilhamento de gêneros foi observado entre as bacias do Amazonas e Paraná (sete gêneros), seguido das bacias do Amazonas e Parnaíba (cinco gêneros), das bacias do Amazonas e Jatobá (quatro gêneros), bacias do Parnaíba e Paraná (três gêneros) e bacias Parnaíba e Jatobá (dois gêneros). Isso pode ter se dado devido à maior diversidade de bivalves na Bacia do Amazonas, assim como os eventos de aquecimento marinho e de extensas trangressões marinhas do Devoniano Médio e Superior registrados. Em relação às espécies, Spathella pimentana, Grammysioidea lundi, Sanguinolites(?) karsteni e Cucullella triquetra são encontradas tanto em afloramentos da Bacia do Amazonas quanto na Bacia do Parnaíba, enquanto a espécie Nuculites aff N. oblongatus nas bacias do Parnaíba e Jatobá, o que revela estreita conexão entre estas bacias durante o Devoniano. }, journal={Terr@ Plural}, year={2021}, month={dez.}, pages={1–69} }