A biopolítica e a imagem do anormal em “O filho eterno”.
DOI:
https://doi.org/10.5212/uniletras.v36i2.7644Palavras-chave:
O filho eterno, anormalidade, Cristóvão Tezza, Foucault.Resumo
O presente artigo estuda vários aspectos teóricos do romance de Cristóvão Tezza, “O filho eterno”, considerando, sobretudo, a teoria de Michel Foucault sobre os anormais. Analisamos a postura do narrador bem como a imagem das tentativas falhadas de inclusão social do personagem com Síndrome de Down. Visamos encarar o romance para além de pressupostos biográficos e confessionais.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Os autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da sua autoria e publicação inicial nesta revista.
b) Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento. Para maiores informações sobre esta abordagem, visite Public Knowledge Project, projeto que desenvolveu este sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa, distribuindo o OJS assim como outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Os nomes e endereços de e-mail neste site serão usados exclusivamente para os propósitos da revista, não estando disponíveis para outros fins.
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.