https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/issue/feedUniLetras2026-03-04T22:34:04+00:00Marly Catarina Soaresuniletras@uepg.brOpen Journal Systems<p>A Revista Uniletras foi criada pelo Departamento de Letras no ano de 1979 com o objetivo de oportunizar o desenvolvimento e a ampliação da área de atuação e promover maior integração da comunidade à vida universitária.</p> <p>Durante os 40 anos de publicação ininterrupta, a Revista Uniletras avançou em direções inimagináveis tornando-se um espaço legítimo de discussão e reflexão sobre os assuntos pertinentes a área de Letras e afins. Atualmente possui um conselho editorial de diferentes instituições de ensino superior do Brasil e do exterior. Periódico referenciado pelo Projeto Qualis-Capes e indexado em Geo-Dados, em outras importantes base de dados.</p> <p>Para acompanhar a evolução tecnológica, no ano de 2007, a Revista Uniletras passou a circular também <em>online</em>, além da circulação impressa. Com essa iniciativa, ampliamos e aprimoramos os laços com a comunidade acadêmica e não acadêmica do mundo da <em>web</em>. No ano de 2008, a Uniletras passou a circular semestralmente. </p> <p> </p> <p>E-ISSN 1983-3431</p> <p> ISSN 0101-8698</p>https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/article/view/25382OS SONS RÓTICOS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO FALADO PELOS DESCENDENTES DE ESLAVOS NO INTERIOR DO PARANÁ2025-10-13T12:01:29+00:00Luciane Trennephol da Costaluciane.tcosta@yahoo.com.br<p>Neste texto, compilamos resultados de análises variacionistas que descrevem os sons róticos, os sons de r, em dados de fala oriundos de comunidades do interior do Estado do Paraná, na região sul do Brasil, que recebeu intensa imigração eslava, polonesa e ucraniana, etnias que contribuíram para a cultura e para o português brasileiro falado na região. Coerente com a realização dos róticos no português brasileiro, que possui variantes com diferentes pontos e modos de articulação, os resultados das referidas pesquisas mostram a presença de múltiplas variantes róticas. O predomínio da variante rótica tepe liga-se à intensa ocorrência de substituição do rótico forte, fricativa velar, pelo tepe na fala destes brasileiros. Os resultados sugerem que o predomínio da variante rótica tepe e o fenômeno variável de substituição do rótico forte pelo tepe caracterizam a fala destes brasileiros descendentes de poloneses e ucranianos.</p>2026-03-04T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 UniLetras