A pandemia de covid-19 e o pandemônio do (tele) trabalho: reflexões a partir da experiência das/os assistentes sociais na área da saúde
DOI :
https://doi.org/10.5212/Emancipacao.v.21.2118056.027Mots-clés :
Serviço Social; Atenção Primária em Saúde; Teletrabalho; Pandemia do Covid-19.Résumé
A pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 impôs a reorganização do trabalho em diversos segmentos e setores econômicos, no âmbito público e privado. Sendo um vírus de alto grau de contaminação, as autoridades sanitárias indicaram como principal medida para contenção do contágio o isolamento social, o que levou à criação de estratégias de teletrabalho, inclusive na área da saúde. A partir desse contexto, o artigo objetiva refletir sobre a organização do teletrabalho das/os Assistentes Sociais nos serviços de Atenção Primária em Saúde (APS) no contexto da pandemia de COVID-19 em uma capital do Sul do Brasil. Em termos metodológicos, realizou-se uma revisão da literatura e uma pesquisa documental em normativas dos órgãos regulamentadores da profissão da área de Serviço Social e da instituição
empregadora das/os profissionais acerca do teletrabalho. Os resultados indicaram haver dificuldade na definição conceitual sobre o teletrabalho nos âmbitos teórico, normativo e na área do Serviço Social, e que a realidade desta forma de atuação para a Profissão na APS se intensificou com a pandemia, aprofundando questões relacionadas à precarização das condições de trabalho e do acesso institucional às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para o atendimento da população.e do acesso institucional às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para o atendimento da população.
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