Lugar de música é na feira!Cultura popular, sertanejo caipira e folkcomunicação na figura do cantor curioso de Alto Araguaia, Mato Grosso

Autores

  • Lawrenberg Advíncula da Silva Silva Universidade do Estado de Mato Grosso image/svg+xml
  • Aline Teles Nascimento Universidade do Estado de Mato Grosso image/svg+xml
  • Luíza Purcino Universidade do Estado de Mato Grosso image/svg+xml

Resumo

O presente artigo reflete sobre o lugar-comum ocupado pelo sertanejo caipira em cenários midiáticos ainda considerados periféricos no interior brasileiro, ao reconhecer o cantor Curioso enquanto agente folkcomunicador na pequena cidade de Alto Araguaia, sudeste de Mato Grosso. O objetivo é verificar de que modo determinadas manifestações populares propiciam narrativas subalternas no espaço urbano, a partir de um processo de mediação cultural e de oferta de “entretenimento tático” que subverte à lógica industrial da grande mídia. Trata-se de uma observação etnográfica desenvolvida parcialmente pelo grupo de pesquisa Comunicação dos Esquecidos, do curso de Jornalismo da Unemat local, do qual parte das aproximações teóricas e possíveis entre a compreensão de cultura popular e de folkcomunicação.

Biografia do Autor

  • Lawrenberg Advíncula da Silva Silva, Universidade do Estado de Mato Grosso
    Mestre em Estudos de Cultura Contemporânea e professor assistente do curso de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, Unemat. Coordenador-geral da revista científica Comunicação, Cultura e Sociedade – RCCS.
  • Aline Teles Nascimento, Universidade do Estado de Mato Grosso
    Graduanda do curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo, Unemat.
  • Luíza Purcino, Universidade do Estado de Mato Grosso
    Graduanda do curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo, Unemat.

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Publicado

2016-04-30

Como Citar

Lugar de música é na feira!Cultura popular, sertanejo caipira e folkcomunicação na figura do cantor curioso de Alto Araguaia, Mato Grosso. Revista Internacional de Folkcomunicação, [S. l.], v. 13, n. 29, p. 90–107, 2016. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/18967. Acesso em: 29 abr. 2026.