Apontamentos folkcomunicacionais sobre os desafios da comunicação em tempos da pandemia do Covid-19
DOI:
https://doi.org/10.5212/RIF.v.19.i43.0005Resumo
O protagonismo de grupos e pessoas que se manifestam através das expressões populares, em canais alternativos de comunicação pode colaborar com o desafio comunicacional imposto pela pandemia do Covid-19 que se revela não somente no problema de circular informações de caráter científico de natureza incerta para a população geral, como de enfrentar a polarização ocasionada pela disseminação de informações falsas, calcadas no negacionismo científico. A partir desta premissa investigamos, em plano de ensaio, os fundamentos teórico-metodológicos segundo a ótica da comunicação que possam contribuir para a compreensão destes fenômenos e para sua superação em termos objetivos. Dessa forma, o saber popular em confluência com as redes sociais digitais, o papel dos agentes folkcomunicacionais, particularmente o ativista midiático, assim como uma concepção de Folkcomunicação Científica voltada para a “resistência” e a para “insistência”, marcada pelo envolvimento do receptor nos processos comunicacionais, estabelecem os referenciais para futuras pesquisas empíricas que evidenciem as práticas e estratégias comunicativas dos grupos vulneráveis e socialmente marginalizados num contexto pandêmico.
O protagonismo de grupos e pessoas que se manifestam através das expressões populares, em canais alternativos de comunicação pode colaborar com o desafio comunicacional imposto pela pandemia do Covid-19 que se revela não somente no problema de circular informações de caráter científico de natureza incerta para a população geral, como de enfrentar a polarização ocasionada pela disseminação de informações falsas, calcadas no negacionismo científico. A partir desta premissa investigamos, em plano de ensaio, os fundamentos teórico-metodológicos segundo a ótica da comunicação que possam contribuir para a compreensão destes fenômenos e para sua superação em termos objetivos. Dessa forma, o saber popular em confluência com as redes sociais digitais, o papel dos agentes folkcomunicacionais, particularmente o ativista midiático, assim como uma concepção de Folkcomunicação Científica voltada para a “resistência” e a para “insistência”, marcada pelo envolvimento do receptor nos processos comunicacionais, estabelecem os referenciais para futuras pesquisas empíricas que evidenciem as práticas e estratégias comunicativas dos grupos vulneráveis e socialmente marginalizados num contexto pandêmico.
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