O direito universal à educação: silêncios, riscos e possibilidades

Autores/as

  • Tristan McCowan Institute of Education - University of London

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.6i1.0001

Resumen

Apesar de haver uma considerável literatura acerca da educação no contexto da legislação internacional de direitos, pouco se discute sobre os sentidos fundamentais da educação, a sua natureza e escopo. Este artigo apresenta uma exploração teórica dessa questão e leva a uma reavaliação normativa. Primeiramente, o artigo avalia como o direito à educação é expresso na Declaração Universal dos Direitos Humanos, identificando as suas limitações no que se refere ao foco na escolaridade primária. Outros candidatos a constituírem a base desse direito são avaliados, como os resultados da aprendizagem e o engajamento em processos educacionais, vindo o último a ser considerado a base mais sólida. No entanto, as implicações da escolaridade formal para as desigualdades sociais não podem ser ignoradas. Em razão disso, propõe-se uma expressão desse direito em duas vias, envolvendo o acesso tanto a uma aprendizagem significativa quanto a instituições que oferecem vantagem posicional.

 

Palavras-chave: Educação para todos. Direitos humanos. Direito à Educação.

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

O direito universal à educação: silêncios, riscos e possibilidades. Práxis Educativa, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 9–20, 2011. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.6i1.0001. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/2714. Acesso em: 30 abr. 2026.