Sujeitos não hegemônicos na Pós-Graduação no Brasil e em Portugal: indígenas, angolanos, moçambicanos e timorenses

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.19359.041

Resumo

Este artigo analisa conhecimentos do currículo da Pós-Graduação em Educação que interessam aos sujeitos não hegemônicos do Brasil e de Portugal. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas com 14 sujeitos, sendo sete de uma universidade brasileira (indígenas de diferentes etnias) e sete de uma universidade portuguesa (angolanos, moçambicanos e timorenses). A análise mostrou que os sujeitos não hegemônicos do Brasil vêm para a Pós-Graduação, sobretudo, para fortalecer os conhecimentos autóctones, ao passo que os sujeitos não hegemônicos que estão na Pós-Graduação em Portugal se preocupam em construir conhecimentos que atendam suas necessidades profissionais, articulados ao Estado nacional de sua proveniência.

Palavras-chave: Currículo. Conhecimento. Sujeitos não hegemônicos.

Biografia do Autor

  • José Licínio Backes, Universidade Católica Dom Bosco

    Doutor em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação – Mestrado e Doutorado da Universidade Católica Dom Bosco. Bolsista Produtividade CNPq – 1D.

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Publicado

2022-03-15

Edição

Seção

Dossiê: Relações étnico-raciais: práticas e reflexões pedagógicas

Como Citar

Sujeitos não hegemônicos na Pós-Graduação no Brasil e em Portugal: indígenas, angolanos, moçambicanos e timorenses. Práxis Educativa, [S. l.], v. 17, p. 1–18, 2022. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.17.19359.041. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/19359. Acesso em: 30 abr. 2026.

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