Políticas de formação do alfabetizador e produção de políticas curriculares: pactuando sentidos para formação, alfabetização e currículo

Autores

  • Rita de Cássia Prazeres Frangella Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.11i1.0005

Resumo

Este artigo discute o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC (2012), programa instituído pelo Ministério da Educação que visa assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade e que tem como ação prioritária a formação do professor alfabetizador. Argumenta-se que a produção de políticas é luta por significação que envolve diferentes discursos que se articulam na produção de um discurso pedagógico que, em busca de qualidade, nesse caso, significa o investimento na formação de professores como instituidores de políticas curriculares. Analisam-se os documentos referentes ao PNAIC e outros com os quais ele se relaciona, interrogando os sentidos de formação, currículo e alfabetização que deles se depreendem, observando o deslocamento/deslizamento do que se considera, neste artigo, núcleo de significação importante para as propostas: o direito à aprendizagem. Daí se desdobra a valorização das discussões metodológicas/procedimentais, em uma centralidade da dimensão do ensino que se observa na proposta.

 

Palavras-chave: PNAIC. Formação do alfabetizador. Currículo.

Biografia do Autor

  • Rita de Cássia Prazeres Frangella, Universidade do Estado do Rio de Janeiro
    Professora adjunta da Faculdade de Educação da UERJ. Professora do Programa de Pós-graduação em Educação - Proped. É Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ, PROCIENTISTA/UERJ. A pesquisa conta com financiamento da FAPERJ/ CNPq.  

Downloads

Publicado

2016-06-01

Edição

Seção

Políticas de Formação de Professores Alfabetizadores

Como Citar

Políticas de formação do alfabetizador e produção de políticas curriculares: pactuando sentidos para formação, alfabetização e currículo. Práxis Educativa, [S. l.], v. 11, n. 1, p. 107–128, 2016. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.11i1.0005. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/7110. Acesso em: 30 abr. 2026.