Políticas para a formação de professores e as recomendações do Banco Mundial: interfaces com o contexto atual da formação de professores alfabetizadores no Brasil

Autores

  • Jani Alves da Silva Moreira Universidade Estadual de Maringá image/svg+xml
  • Renata Valério da Silva Universidade Estadual de Maringá image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.11i1.0002

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar as recomendações do Banco Mundial e sua relação com as políticas de formação de professores no Brasil, a fim de identificar as consonâncias com as atuais políticas para a formação de professores no contexto da alfabetização. Trata-se de uma análise documental, de cunho teórico-crítico, a qual permitiu observar que as atuais políticas para formação de professores estão em consonância com as recomendações do Banco Mundial. Tais orientações geram a atribuição aos professores da responsabilidade pelo sucesso ou fracasso escolar dos alunos, verificados por meio de avaliações externas com base no desempenho avaliado.

 

Palavras-chave: Formação de professores. Políticas educacionais. Banco Mundial.

Biografia do Autor

  • Jani Alves da Silva Moreira, Universidade Estadual de Maringá

    Doutora em Educação (UEM)

    Professora Adjunto do Departamento de Teoria e Prática da Educação e do Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá.

    Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais, Gestão e Financiamento da Educação - GEPEFI/CNPq.

     

    Supervisora do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) na UEM.

  • Renata Valério da Silva, Universidade Estadual de Maringá

    Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá.

    Secretária escolar do Colégio Dom Bosco.

    Estudante pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais, Gestão e Financiamento da Educação - GEPEFI/CNPq

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Publicado

2016-06-01

Edição

Seção

Políticas de Formação de Professores Alfabetizadores

Como Citar

Políticas para a formação de professores e as recomendações do Banco Mundial: interfaces com o contexto atual da formação de professores alfabetizadores no Brasil. Práxis Educativa, [S. l.], v. 11, n. 1, p. 37–61, 2016. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.11i1.0002. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/7198. Acesso em: 30 abr. 2026.