A escola indígena tem gênero? Explorações a partir da vida das mulheres e professoras Xakriabá

Autores/as

  • Isis Aline Vale Teixeira Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml
  • Ana Maria Rabelo Gomes Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.7iEspecial.0003

Resumen

O texto analisa o processo de escolarização e letramento entre os Xakriabá, povo indígena residente no norte de Minas Gerais, a partir de um recorte de gênero. Serão apresentados dados estatísticos da escola indígena Xakriabá e breves descrições da vida cotidiana. O principal objetivo é demonstrar que, apesar dos pontos de convergência entre a escola indígena Xakriabá e a escola não indígena brasileira no que tange à melhor progressão escolar das mulheres e à feminilização do magistério (ainda que não seja nos cargos hierarquicamente de comando), observam-se diferentes significados atribuídos ao processo de escolarização e letramento, pois se instalam em contextos com dinâmicas sociais, culturais e econômicas específicas.

 

Palavras-chave: Desigualdade de gênero. Educação escolar indígena. Xakriabá.

Biografía del autor/a

  • Isis Aline Vale Teixeira, Universidade Federal de Minas Gerais
    Mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais.
  • Ana Maria Rabelo Gomes, Universidade Federal de Minas Gerais
    Docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais.

Cómo citar

A escola indígena tem gênero? Explorações a partir da vida das mulheres e professoras Xakriabá. Práxis Educativa, [S. l.], v. 7, p. 55–83, 2013. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.7iEspecial.0003. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/5057. Acesso em: 30 abr. 2026.