A questão aurífera em Goiás sob o governo de D. Marcos de Noronha (1749-1755): os Quintos Reais, as casas de fundição e as cotas sobre o ouro
DOI:
https://doi.org/10.5212/Palavras-chave:
Palavras chave: Capitania de Goiás; D. Marcos de Noronha; Governo colonial; Imposto do Quinto; Cotas do Ouro.Resumo
Na sequência das descobertas auríferas na região de Goiás, no 1.º quartel do século XVIII, a mesma foi promovida à condição de capitania, tendo como 1.º governador D. Marcos de Noronha, no cargo entre 1749 e 1755. O propósito deste artigo foi, na sua essência, contribuir para o esclarecimento de um problema com que se deparou o governador daquele extenso território, o da mineração e das formas mais eficazes de evitar os descaminhos do ouro na cobrança dos quintos reais, nomeadamente através da criação das casas de fundição e da tentativa de estabelecimento de uma cota fixa em ouro a pagar pelas populações da capitania. A intenção foi percecionar a forma como D. Marcos de Noronha atuou nessa matéria e constatar que os governadores e as instituições presentes no ultramar [Brasil] funcionavam como um espaço de negociação dos interesses régios e dos grupos locais.
Palavras chave: Capitania de Goiás; D. Marcos de Noronha; Governo colonial; Imposto do Quinto; Cotas do Ouro.
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