A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos e o Serviço Nacional de Informações: vigilância e a construção do inimigo interno durante a Ditadura Militar brasileira
DOI:
https://doi.org/10.5212/Rev.Hist.Reg.v.31.25717Palabras clave:
Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos; Ditadura Militar; Serviço Nacional de Informações; Amazônia; estado do Pará.Resumen
La documentación del SNI, consultada tras la apertura de los archivos, evidencia que la SDDH fue rápidamente encuadrada en la lógica del “enemigo interno”. Los agentes del Estado asociaban la lucha por los derechos con la “subversión”, el “desorden” y un “espíritu antirrevolucionario”, interpretando sus reivindicaciones como “fermento para la lucha de clases”. El monitoreo era sofisticado: el primer registro sistemático del SNI data de septiembre de 1977, pocas semanas después de la fundación de la SDDH. Los informes detallados describían reuniones, planes de acción y perfiles de miembros, como el del presidente Paulo Fonteles. El caso de Fonteles ilustra el enfrentamiento de narrativas: mientras los documentos oficiales lo calificaban como un “elemento con antecedentes subversivos”, Resistência publicaba su testimonio sobre torturas y violencia sistemática, reforzando que la represión persistía en la Amazonia incluso durante la anunciada “apertura” del régimen.
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