"Sou um historiador e não um fornecedor de imundícies!" - medicina experimental e hereditariedade no naturalismo de Émile Zola. DOI: 10.5212/Rev.Hist.Reg.v.14i2.029052

Autores

  • Marília Mezzomo Rodrigues UFSC

Palavras-chave:

naturalismo, medicina experimental, hereditariedade

Resumo

Na segunda metade do século XIX, o romance naturalista, mais precisamente o de Émile Zola, fixava analogias entre a fisiologia e o meio, personagens determinadas por este e portadores de caracteres físicos para além da simples aparência – doenças, defeitos, hereditariedade, saúde, tudo concorria para tornar a narrativa verossímil. Assim como os personagens, o próprio meio e as comunidades criadas pelo texto literário também parecem pulsar, tornar-se doentes ou sadios, fenecer, morrer. E tal percepção orgânica do mundo, que consequentemente modificou a forma de registrá-lo, é mais remota, está ligada ao movimento romântico do início daquele século, com origens no final do século XVIII.

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Biografia do Autor

  • Marília Mezzomo Rodrigues, UFSC
    Doutora em História (UFSC)

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Publicado

2010-04-07

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

"Sou um historiador e não um fornecedor de imundícies!" - medicina experimental e hereditariedade no naturalismo de Émile Zola. DOI: 10.5212/Rev.Hist.Reg.v.14i2.029052. Revista de História Regional, [S. l.], v. 14, n. 2, 2010. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2351. Acesso em: 30 abr. 2026.

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