Transformación de la Vida de las Mujeres en la Primera Fase del Sistema Lerma: Una Lectura desde el Hidrofeminismo

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DOI:

https://doi.org/10.5212/Rlagg.v.16.i2.0001

Resumo

Este artigo se propõe a analisar como o eixo do poder, a partir de uma lógica patriarcal, tornou invisíveis as mulheres, em sua relação com a água. Essa exclusão está inserida em um sistema de dominação amplo que afastou as mulheres, tanto dos âmbitos formais como informais, do poder e do conhecimento relacionado à água, a isso chamaremos de “sistema hidropatriarcal”, apesar de as relações de conhecimento local, gestão e uso – tanto material como simbólico, lúdico e artístico das mulheres – com a água sempre terem existido. Expõe­se como as políticas hídricas governamentais, por meio de obras como o Sistema Lerma, impactaram as mulheres; e como, apesar da segregação sistemática, identifica­se que as mulheres tiveram um papel ativo nos processos de uso, defesa e gestão da água. Problematizar e evidenciar a participação das mulheres com a água em suas dimensões e escalas é o que chamaremos de “olhar hidrofeminista”.

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Biografia do Autor

Esmeralda Pliego Alvarado, Universidad Autónoma Metropolitana

Doctora en Ciencias Sociales. Posdoctorante de la Universidad Autónoma Metropolitana, sede Lerma. Profesora de la Universidad Intercultural del Estado de México, integrante de la Red de Estudios Críticos del Agua. Miembro vigente del Sistema Nacional de Investigadores Nivel 1. Miembro de la Red de Estudios Críticos del Agua y co-coordinadora del Seminario-Taller de Estudios sobre el agua en México. Sus líneas de investigación son: gestión local y comunitaria del agua; territorios y conflictos hidrosociales; y mujeres, agua y alimentación.

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Publicado

2025-12-30

Edição

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Artigos / Articles/ Artículos