As resistências das camponesas do MMC/SC ao modo hegemônico de produção
DOI:
https://doi.org/10.5212/Palavras-chave:
NOTHINGResumo
Este artigo, baseado em reflexões teóricas de diferentes pesquisadores e na fala das participantes do Movimento de Mulheres Camponesas, durante a construção da tese de doutorado, tem por objetivo analisar a importância dos conhecimentos/saberes tradicionais e da agroecologia no processo de resistência das camponesas do Movimento de Mulheres Camponesas de Santa Catarina (MMC/SC) ao modo hegemônico de produção. Partindo do pressuposto que a camponesas do MMC/SC buscam construir um novo modo de produção e que, essa transformação só terá possibilidade na medida que venha de classes que estejam à beira, na porção mais excluída, é que essas considerações ganham corpo e tornam-se pertinentes na atualidade. As discussões apontam para mais um passo na direção deste porvir.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Wladimir Teixeira Schuster , Roseli Alves dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da sua autoria e publicação inicial nesta revista. Os autores autorizam a distribuição para indexadores e repositórios institucionais, com reconhecimento da sua autoria e publicação inicial nesta revista. Autores são estimulados a distribuir a versão on line do artigo (por exemplo, em repositórios institucionais ou em sua página pessoal), considerando que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e as citações do artigo publicado.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.









