O Espaço Híbrido em Santa Maria (RS): experienciando a cidade como jogador de Pokémon Go

Autores

Palavras-chave:

Jogos digitais, fenomenologia, espaço real, espaço virtual, auto-narrativas

Resumo

Estudamos o jogo para smartphones Pokémon Go pelo viés da fenomenologia e da experiência do jogador. A experiência constitui e é constituída pelo conceito de espaço híbrido, dado pela presença e pelo movimento do jogador nos espaços ‘real’ e ‘virtual’. Operacionalizamos a pesquisa por auto-narrativas produzidas pelo autor principal do artigo em suas ações como jogador no espaço urbano de Santa Maria (RS). Verificamos que existe uma importância crucial do corpo e do movimento para a produção da experiência e que o espaço híbrido, conformado na prática de jogar, amplia a rede de significados do espaço urbano. Ademais, notamos uma relação entre a prática de Pokémon Go e o conceito de geograficidade, que denominamos de ‘geograficidade híbrida’.

Biografia do Autor

  • Leonardo Berté Nunes, Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil

    Acadêmico do Curso de Geografia da Universidade Federal de Santa Maria

  • Benhur Pinós da Costa, Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santa Maria, RS

    Professor do Departamento de Geociências e Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM. Lider do Grupo de Pesquisa CNPQ Espacialidades Urbanas

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Publicado

29-03-2022

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

O Espaço Híbrido em Santa Maria (RS): experienciando a cidade como jogador de Pokémon Go . Terr@ Plural, [S. l.], v. 16, p. 1–20, 2022. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/17390. Acesso em: 29 abr. 2026.