Folkcomunicación y Feminismo Negro en Parintins: Ancestralidad y Resistencia en el Terreiro de Mãe Bena
DOI:
https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0003Resumen
Este artículo examina a Benedita Pinto, conocida como Mãe Bena, líder del Terreiro São Sebastião en Parintins (AM), como agente folkcomunicacional y analiza cómo su agencia está atravesada por la dimensión de género. Se moviliza la folkcomunicación para comprender el terreiro como un espacio de mediaciones simbólicas en el que los sentidos circulan mediante la oralidad, la performance, los rituales y la hospitalidad. En diálogo con el feminismo negro, se sostiene que el liderazgo femenino negro estructura redes de cuidado, memoria y transmisión de saberes, y que prácticas como el canto, los ritos de curación, el compartir alimentos y el consejo espiritual configuran lenguajes comunicacionales que enfrentan el racismo religioso. El estudio se apoya en observación participante durante fiestas, rezos y consultas espirituales, articulando análisis descriptivo e interpretación teórica. Los resultados indican que, al traducir códigos rituales para públicos diversos y regular los tiempos de lo sagrado, Mãe Bena ejemplifica la figura del agente folk, mientras el protagonismo femenino organiza la vida colectiva y actualiza ancestralidades afroindígenas. Se concluye que el terreiro funciona como matriz de resistencia cultural y como sistema comunicacional no hegemónico, en el cual la agencia de Mãe Bena integra comunicación, cuidado y política cotidiana en Parintins.
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