Práxis folkcomunicacional: quando gênero e dissidência se tornam resistência

Autores

  • Guilherme Moreira Fernandes Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0004

Resumo

Esse artigo parte de uma pesquisa bibliográfica e documental com objetivo de perceber o sentido da pesquisa em Folkcomunicação, apontando para a necessidade de incorporação do termo “práxis” em reforço ao ideal de resistência. Realiza-se uma aproximação, sobretudo, a partir do conceito de Paulo Freire e sua interface com a teoria de Luiz Beltrão. Além da proposição conceitual e, a partir dos estudos de Comunicação e Gênero, se elege dois objetos - exemplares da práxis folkcomunicacional - para estudo de caso: trata-se do canal do Youtube Tempero Drag de Rita von Hunty (Guilherme Terreri Lima Pereira) e a página do Instagram @posithividades do psicanalista Lucian Ambrós. Em comum, o fato de também serem divulgadores do conhecimento científico. Como elemento conclusivo apontamos o viés epistêmico contra-hegemônico como marca dos estudos em Folkcomunicação.

Biografia do Autor

  • Guilherme Moreira Fernandes, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

    Doutor pelo PPGCOM da UFRJ

Publicado

2025-12-19

Como Citar

Práxis folkcomunicacional: quando gênero e dissidência se tornam resistência. Revista Internacional de Folkcomunicação, [S. l.], v. 23, n. 51, 2025. DOI: 10.5212/RIF.v.23.i51.0004. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/25712. Acesso em: 30 abr. 2026.