Praxis Folkcomunicacional: El Sentido de Resistencia en la Comunicación de los Marginalizados
DOI:
https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0004Resumen
Este artículo parte de una investigación bibliográfica y documental con el objetivo de percibir el sentido de la investigación en Folkcomunicación, señalando la necesidad de incorporar el término “praxis” para reforzar el ideal de resistencia. Se realiza una aproximación, sobre todo, a partir del concepto de Paulo Freire y su interfaz con la teoría de Luiz Beltrão. Además de la proposición conceptual y, a partir de los estudios de Comunicación y Género, se eligen dos objetos – ejemplares de la praxis folkcomunicacional – para estudio de caso: se trata del canal de Youtube Tempero Drag de Rita von Hunty (Guilherme Terreri Lima Pereira) y la página de Instagram @posithividades del psicoanalista Lucian Ambrós. En común, el hecho de que también son divulgadores del conocimiento científico. Como elemento conclusivo, señalamos el sesgo epistémico contra-hegemónico como marca de los estudios en Folkcomunicación.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Os autores são responsáveis, em qualquer que seja o formato do texto, pelas opiniões expressas ou indiretas presentes em seus respectivos trabalhos, não endossáveis pelo Conselho Editorial e pelos editores da Revista, bem como pela autenticidade do trabalho. Ao publicar trabalhos na Revista Internacional de Folkcomunicação, os autores cedem automaticamente os direitos autorais à publicação para veiculação das produções acadêmicas, sem ônus para a Revista. Os autores detêm os direitos autorais do texto para o caso de publicações posteriores e concedem à Revista Internacional de Folkcomunicação o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta Revista. Por serem publicados em revista de acesso livre, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em atividades educacionais e não-comerciais, sendo permitida a publicação simultânea em repositórios institucionais.




















