Revista Internacional de Folkcomunicação https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom <p>A Revista Internacional de Folkcomunicação (RIF) é um periódico acadêmico da área de Folkcomunicação, com caráter interdisciplinar e publicação semestral. É editada pelo Programa de Mestrado em Jornalismo da UEPG, Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação (Rede Folkcom) e Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. O objetivo da revista é difundir a produção científica em Folkcomunicação, valorizando o diálogo entre as contribuições conceituais e as análises de pesquisa empírica. Destina-se a professores, pesquisadores e estudantes interessados no estudo das interfaces entre a comunicação e a cultura.</p> <p>E-ISSN: 1807-4960</p> Editora UEPG pt-BR Revista Internacional de Folkcomunicação 1807-4960 <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />Este obra está licenciado com uma Licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional</a>.</p> <p>Os autores são responsáveis, em qualquer que seja o formato do texto, pelas opiniões expressas ou indiretas presentes em seus respectivos trabalhos, não endossáveis pelo Conselho Editorial e pelos editores da Revista, bem como pela autenticidade do trabalho. 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Por serem publicados em revista de acesso livre, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em atividades educacionais e não-comerciais, sendo permitida a publicação simultânea em repositórios institucionais.</p> RIF para folhear https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/23045 Paulo Pessoa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2024-02-28 2024-02-28 21 47 1 271 Uma Análise Folkcomunicacional da Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra, Arraias – TO https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22405 <p>Trata-se de uma resenha. Resumo não se aplica.</p> Cristina Schmidt Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 260 266 10.5212/RIF.v.21.i47.0014 Juazeiro das Candeias https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22338 <p>O livro Juazeiro das Candeias, dos autores Elinaldo Meira e Maria Érica de Oliveira Lima, nos faz transcorrer a uma cidade atemporal, ao circuito da fé e peregrinação dos romeiros, que ano a ano lotam as festividades religiosas no município de Juazeiro do Norte. &nbsp;O livro, resultado do trabalho de pós-doutoramento do autor, é caracterizado por uma coleção de imagens, que para além do que propõe o titulo nos leva ao caldeirão de manifestações culturais dentro da cidade de Juazeiro do Norte e adjacências.</p> Juliana Hermenegildo da Silva Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 267 271 10.5212/RIF.v.21.i47.0015 O desfile de 7 de setembro de Ouro Preto/MG https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22649 <p>Ensaio fotográfico do Desfile de 7 de setembro de Ouro Preto - MG, onde estudantes, grupos culturais e autoridades se apresentaram reafirmando símbolos individuais ao mesmo tempo em que convidavam o público a celebrar em comunhão a identidade e a<br />história da cidade.</p> Angelo Eduardo Rocha Leonardo José Costa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 248 258 10.5212/RIF.v.21.i47.0013 Capa https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/23052 Paulo Pessoa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2024-02-28 2024-02-28 21 47 1 1 Folkcomunicação https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/21751 <p>O artigo busca repassar os fundamentos epistemológicos que permitiram a emergência da Folkcomunicação, formulada na década de 1960 por Luiz Beltrão, a partir dos estudos folclóricos. Mais especificamente com uma de suas vertentes: a folclorística dialética, cujo grande expoente foi Edison Carneiro e que tinha como matriz de pensamento as leituras de Antônio Gramsci. Neste trabalho exploramos, de início, os diversos entendimentos possíveis para o termo folclore – demarcando, no processo, nossa definição de trabalho. Em seguida discorremos os motivos pelos quais certos termos propostos como substitutivos são insuficientes para dar conta da abrangência do fenômeno. Por fim, delineamos as aproximações entre Carneiro e Beltrão, evidenciando como as sensibilidades evocadas por este texto não são estranhas ao campo da Comunicação: o entendimento da cultura popular tradicional enquanto elemento de crítica e comentário, resistência e transformação.</p> Andriolli Costa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 170 191 10.5212/RIF.v.21.i47.0009 O Consumo Simbólico de Marcas Patrocinadoras no Festival Folclórico de Parintins à luz da CCT (Consumer Culture Theory) https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/21591 <p>A CCT (Consumer Culture Theory) oferece um contraponto teorico ao marketing, analisando o comportamento de cosnumo numa ótica subjetiva. O Festival Folclórico de Parintins (AM) é a maior atração cultural do estado do Amazonas e as estratégias de marketing cultural aplicadas localmente, exploram uma histórica rivalidade entre os bumbás protagonistas, como meio de formação de cultura de consumo e, ao mesmo tempo, de identidade coletiva. Compreender o comportamento de consumo de torcedores dos bumbás de Parintins, por meio de uma visão sociocultural, experiencial, simbólica e ideológica associada a marcas patrocinadoras do Festival Folclórico, à luz da Culture Consumer Theory (CCT), foi o objetivo deste estudo. A pesquisa foi qualitativa e desenvolvida em caráter exploratório, de natureza interpretativa, por meio de entrevistas em profundidade aplicadas a torcedores ativos das duas agremiações. Os resultados mostraram estreita associação entre as ideologias tradicionais baseadas em estratégias massificadas pelas marcas patrocinadoras e a identidade projetada. Também foi possível constatar padrões sócio-históricos de consumo alicerçando as culturas de mercado identificadas, influenciando as escolhas e posturas ligadas ao consumo a partir do “Eu estendido”, representado por símbolos, imagens e cores dos bois usadas para esta finalidade pelas patrocinadoras.</p> Afrânio Amorim Francisco Soares Filho Valentina Cid Mendes Ana Flávia de Moraes Moraes Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 192 217 10.5212/RIF.v.21.i47.0011 O Uso de Smartphones por Idosos com Baixo Letramento: um estudo exploratório na região metropolitana de Curitiba https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22497 <p>O artigo propõe analisar o uso de tecnologias de comunicação móvel por idosos com baixo letramento, articulando a perspectiva folkcomunicacional ao identificar os impeditivos e limitações do grupo para acessar informações e a busca por formas alternativas de uso da tecnologia disponível. Tem como objeto de estudo os dados coletados através de entrevistas realizadas com integrantes de grupos de Fortalecimento de Vínculos da Terceira Idade, promovidos pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) na Região Metropolitana de Curitiba, PR. A relação do idoso com a internet, assim como a do letramento e do letramento digital são abordadas através de pesquisa bibliográfica. Os dados analisados apontam que o grupo encontra maneiras próprias de se beneficiar da tecnologia, mas pouco usufrui de possibilidades não relacionadas ao lazer e à troca de mensagens instantâneas.</p> Marilaine Martins Marcio Telles Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 218 236 10.5212/RIF.v.21.i47.0010 Expediente https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/23048 Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2024-02-28 2024-02-28 21 47 2 4 Sumário https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/23051 Paulo Pessoa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2024-02-28 2024-02-28 21 47 5 7 Os sertões de Vladimir Carvalho e eu https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22413 <p>Esta entrevista-ensaio versa acerca de dois encontros ocorridos em Brasília en maio e outubro de 2022 e um terceiro via GoogleMeet em que ademais de uma masterclass ministrada pelo entrevistado, Vladimir Carvalho, em um seminário promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), realizei em dois momentos diálogos estruturados e semiestruturados com ele nas ruas, quadras&nbsp; e em sua instituição de arquivamento da memória fílmica que sua obra suscitou na capital federal, onde deposita também cartas, livros e posters de várias fontes relevantes do audiovisual do mundo todo. Nosso percurso peripatético produziu um tipo de dialógo em que tanto ele como eu observávamos os caminhos, os edifícios modernistas e as imagens vivas que ele remetia e eu processava como um tipo de produção de conhecimento a partir de fatos históricos momunentais ou pessoais que se volcaram sobre um gênero híbrido entre a entrevista e o ensaio, portanto, entre o jornalismo e as epistemes. Por ser um cineasta nordestino que rememora sempre sua biografia, os temas da cultura popular do Sertão, do litoral, da indústria cultlural e da economia política nacional que transferiu milhoes de pessoas do Brasil todo para o planalto central foram as marcas de sua obra e consequentemente dos nossos encontros.&nbsp;</p> Sebastião Guilherme Albano Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 238 246 10.5212/RIF.v.21.i47.0012 A Comunicação nos Figurinos da Escola de Samba Estado Maior da Restinga para o carnaval 2023 de Porto Alegre https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22545 <p>O presente artigo tem por objetivo identificar as manifestações comunicacionais dentro do desfile de uma escola de samba, a partir da análise de seus figurinos (croquis) para o desfile carnavalesco. Partindo da contextualização dos movimentos sociais e das territorialidades destes grupos, observa-se a inserção da escola de samba como um modelo de movimento social. Tendo como objeto de estudo os figurinos da escola de samba Estado Maior da Restinga, campeã do carnaval 2023 de Porto Alegre, aplica-se o método da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2016), que desvela a relação entre a produção cultural da escola de samba e a folkcomunicação, trazendo seus aspectos comunicacionais e a sua produção de sentido como peças de manifestação de sua expressão popular na avenida.</p> Édson Luís Dutra Roberto Tietzmann Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 13 31 10.5212/RIF.v.21.i47.0001 Margaridas: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22552 <p>O objetivo deste artigo é compreender a relação entre a performance folkcomunicacional e a espiritualidade na sétima edição da Marcha das Margaridas que aconteceu nos dias 15 e 16 de Agosto de 2023. O movimento social da Marcha acontece em homenagem a Margarida Maria Alves, que foi uma líder sindical assassinada em Alagoa Grande, no brejo paraibano. Em termos metodológicos, trata-se de um estudo na perspectiva da Folkcomunicação religiosa e a sua estreita relação com os movimentos sociais, na qual foram utilizados análise documental e entrevista semiestruturada. Como resultado foi possível ampliar as discussões em torno da folkcomunicação e a religião presentes na sétima edição da Marcha das Margaridas.</p> Giselle Souza Fernanda Lemos Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 32 53 10.5212/RIF.v.21.i47.0002 A escritura dissensual em Becos da Memória https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22516 <p>O presente trabalho visa apresentar o ato de escritura, presente na obra Becos da Memória, de Conceição Evaristo (2017), como uma forma de resistência a uma ordem social subalternizante dentro do contexto em que há escassez de letramento. Deste modo, pretendemos apresentar argumentos que aproximam as teorias de Espinosa, Lotman, Rancière e Derrida - dentre outros importantes autores do campo da Comunicação - com passagens da obra Becos da Memória, a fim de ilustrarmos proposições para um novo pensar acerca dos modos de atuação política dissensual, a considerar que transponham contextos socialmente estabelecidos.</p> Ana Caroline Fogaça Barbosa Martina Viegas Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 54 71 10.5212/RIF.v.21.i47.0003 A arte como protagonista da comunicação popular em evento cultural: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22568 <p>O artigo em questão tem como objetivo identificar traços comunicacionais específicos de uma população interiorana, durante um evento cultural, já tradicional, a 16ª Feira do Livro da cidade de Minas do Leão, no interior do Rio Grande do Sul, a partir dos preceitos da teoria da Folkcomunicação, de Luiz Beltrão. A metodologia utilizada partiu da etnografia, com estudo de campo, observação participante e estudo documental e bibliográfico. A Feira homenageou autores de livros, nascidos em Minas do Leão, com diversas atividades artísticas. Dentre os achados, do ponto de vista da folkcomunicação, verificou-se que a população encontrou uma forma artística para se comunicar e se expressar, qual seja: exposição de desenhos, pinturas no rosto, apresentação de trabalhos escolares, bate-papo com autores dos livros, Banda Marcial e peças de teatro.</p> Laura Pereira de Almeida Beatriz Corrêa Pires Dornelles Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 72 91 10.5212/RIF.v.21.i47.0004 Templo Escola e a formação sacerdotal de Umbanda em Santa Cruz do Sul https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22547 <p>As religiões afro-brasileiras são importantes manifestações religiosas e culturais que permitem ao afrodescendente se enxergar e se construir enquanto sujeito em uma comunidade. A Umbanda, mais abrasileirada e mista, mesmo sendo classificada por alguns como “esbranquiçada”, ainda assim é uma maneira de o sujeito negro manifestar a sua origem, uma origem que por séculos tentou-se apagar, após a diáspora da vinda ao Brasil. A partir e referências dos Estudos Culturais, estuda-se o surgimento dos Templo Escolas, particularmente o Templo Escola Beira Mar, em uma cidade como Santa Cruz do Sul - RS, como bastante significativo, como forma de democratizar e de difundir a religião Umbanda. O estudo teve base bibliográfica, composto ainda por entrevista e observação assistemática. O movimento, além da disseminação do conhecimento, traz visibilidade aos segmentos historicamente marginalizados da sociedade, ou seja, os negros, os indígenas e os pobres em geral.</p> Ângela Cristina Trevisan Felippi Ana Claudia Almeida Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 92 107 10.5212/RIF.v.21.i47.0005 Cultura popular na comunicação dos movimentos sociais: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22477 <p>Este artigo procura mostrar como a Teologia da Libertação, que está na gênese da formação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), influi na concepção da política de comunicação do movimento por meio do uso da mística. Um dos pilares da política de comunicação do MST é a valorização e incorporação da cultura popular do camponês. Essa valorização acontece nas místicas: momentos de celebração da luta que mexem com os sentimentos dos militantes e colabora para compartilhar, entre os quadros do movimento, os avanços e conquistas dos outros setores: os da produção, da comunicação e dos da formação e educação. Mesmo com o distanciamento das instituições religiosas, a influência desses rituais permanece e acontece em diversos atos do movimento, desde as reuniões diárias, passando pelos cursos de formação, encontros e até na produção dos veículos de comunicação.&nbsp; <strong>&nbsp;</strong></p> Alexandre Barbosa Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 108 128 10.5212/RIF.v.21.i47.0006 Comunicar para “segurar o céu”: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22522 <p>O artigo analisa a produção de conteúdo de jovens indígenas cearenses nas redes sociais, observando as narrativas apresentadas no Instagram, de como as vivências e as culturas são comunicadas. Como proposta de diálogo, trago a criação da página “Juventude Indígena Conectada - JIC” e vozes e narrativas de comunicadores(as) que estão produzindo conteúdo. O referencial teórico dialoga com a filosofia de Ailton Krenak (2019) sobre a importância de “sempre poder contar mais uma história”, e a pesquisa se interessa por uma metodologia de “ouvir e contar”, com objetivo que seja prioritariamente de caráter qualitativo, construindo análises qualitativas de textos e imagens. Tudo isso, no intuito de pensar a presença desses jovens e a comunicação das suas culturas em um ambiente digital.&nbsp;A pesquisa tem o interesse de fazer um estudo sobre os jovens comunicadores indígenas do Ceará e como eles estão ocupando o Instagram e trago algumas questões: qual a importância de comunicar para contar histórias, como é a cultura indígena comunicada pelas redes sociais, como esses jovens se organizam nesse espaço, que histórias esses comunicadores querem contar. Com isso, a pesquisa tem o objetivo de entender como esses jovens comunicadores se apresentam e se organizam a partir de suas narrativas sobre cultura e comunicação em postagens.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Ivna Nilton Marques Girão Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 129 150 10.5212/RIF.v.21.i47.0007 “Nós é Ralé, mas não é Mané”: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/22764 <p>Este estudo traz uma reflexão acerca das imbricadas relações entre movimentos sociais, a linguagem folkcomunicacional e o papel empresarial no tocante à geração de emprego e renda na Comunidade do Entra Apulso no bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife-PE. O artigo está apoiado em pesquisa etnográfica com a observação do autor durante a realização de projetos de extensão universitária no local, tem caráter qualitativo, além de bibliográfico. A Folkcomunicação é o alicerce teórico desde o título do trabalho, o qual apresenta a visão subalterna no tocante a questões econômicas vividas pelos moradores do local e ao mesmo tempo a sagacidade desse microcosmo social, que passa a conhecer um novo formato de classe consciente de seus direitos. &nbsp;</p> PEDRO PAULO PROCÓPIO DE OLIVEIRA SANTOS Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2023-12-01 2023-12-01 21 47 151 168 10.5212/RIF.v.21.i47.0008 Editorial RIF https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/23053 Copyright (c) 2024 Revista Internacional de Folkcomunicação 2024-02-28 2024-02-28 21 47 9 11