Estado, escuelas secundarias y organizaciones sociales: una trama socioeducativa para la inclusión de jóvenes en la Provincia de Buenos Aires (Argentina)
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.14n2.002Resumo
Este artículo analiza al dispositivo socioeducativo como parte de una trama de políticas y prácticas por la cual circulan relaciones de poder, saberes y estrategias de inclusión escolar e integración social, para el sostenimiento de la escolarización secundaria de aquellos jóvenes atravesados por situaciones de pobreza y vulnerabilidad en tres zonas “urbanas de exclusión” de la Provincia de Buenos Aires (Argentina); destacándose el papel que van asumiendo las organizaciones, el municipio y las políticas sociales, así como las vinculaciones que van estableciendo con las políticas educativas y las escuelas. El primer apartado incursiona en dicha complejidad analizando las nuevas formas de regulación estatal que se van creando en el siglo XXI (Dirección Provincial de Políticas Socioeducativas, Unidades Educativas de Gestión Distrital y Consejos Locales de Promoción y Protección de Derechos de Niños/as y Adolescentes)- que interpelan la tradicional organización del aparato de conducción del sistema educativo bonaerense; reconfigurando el territorio local. El segundo apartado muestra el funcionamiento territorial de lo socioeducativo en dichas zonas, en las que parecerían desbordar las prescripciones de integralidad, intersectorialidad y corresponsabilidad que portan las políticas, reafirmando el carácter híbrido, heterogéneo, fragmentado y conflictivo de la trama multirregulatoria de gobierno.
Palabras clave: Socioeducativo. Gestión local. Educación secundaria. Barrios urbanos de exclusión.
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