A ética que se moraliza: ética em pesquisa, burocracia e as Ciências Humanas e Sociais no Brasil

Autori

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.21.26346.045

Abstract

Este artigo tem o objetivo de analisar como se organiza e se efetiva o controle da ética da prática de pesquisa pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e por seus Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs). A análise apoia-se em material etnográfico construído a partir da participação em reuniões de CEPs da área de Ciências Humanas e Sociais (CHS), em capacitações organizadas pela Conep e participação em CEPs de uma associação científica. A etnografia realizada aponta que a “ética em pesquisa” se confunde com a “bioética principialista”. Nesse caso, ao se falar em “ética em pesquisa”, faz-se referência a uma ética específica: aquela regulada pelo Sistema CEP/Conep. O artigo visa, então, responder à seguinte pergunta: Ao submeter um projeto, o pesquisador aprende a ser ético ou a enviar um projeto para ser avaliado por um comitê?

Palavras-chave: Ética em pesquisa. Bioética principialista. Ciências Humanas e Sociais.

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Biografia autore

  • Hully Guedes Falcão, Universidade Federal do Piauí

    Professora do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAnt) da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Doutora em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Pubblicato

2026-07-15

Fascicolo

Sezione

Dossiê: Ética e Integridade, Inteligência Artificial, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e desinformação nas pesquisas em Humanidades

Come citare

A ética que se moraliza: ética em pesquisa, burocracia e as Ciências Humanas e Sociais no Brasil. Práxis Educativa, [S. l.], v. 21, p. 1–22, 2026. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.21.26346.045. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/26346. Acesso em: 16 lug. 2026.