Pode a inteligência artificial educar? Desafios éticos em Inteligência Artificial para uma tecnopaideia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.19.26153.017

Resumo

O artigo aborda aspectos técnicos e éticos da área da Computação Cognitiva que simula habilidades cognitivas humanas, notabilizada pelo codinome “Inteligência Artificial” (IA), apontando inconsistências semânticas geradas pela antropomorfização dessas arquiteturas maquínicas, o que reforça a crença na superioridade intelectiva de programas computacionais meramente estocásticos. Com apelo propositivo, sustenta-se que é possível conformar essa praxis a favor de uma educação tecnologizada que lance mão do aprendizado de máquina (Machine Learning – ML) para se obter alto desempenho na formação dos nativos digitais, com práticas que atualizem a clássica noção de paideia grega. Adota-se metodologia descritiva e dedutiva, escrutinando criticamente fontes científicas abalizadas sobre o tema, com aportes da Filosofia da Tecnologia. A pesquisa apresenta resultados teóricos relevantes quanto à caracterologia da IA, elidindo equívocos e mitificações sobre suas reais potencialidades, além de trazer para o debate pedagógico a possibilidade de sua adoção para efetivar uma tecnopaideia adequada às demandas da era digital.

Palavras-chave: Inteligência artificial. Ética. Tecnopaideia.

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Biografia do Autor

  • Mariah Brochado, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora Titular de Filosofia do Direito e da Tecnologia da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora Visitante no Leibniz Institut für Medienforschung – Universität Hamburg, Alemanha.

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Publicado

2026-05-20

Edição

Seção

Dossiê: Ética e Integridade, Inteligência Artificial, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e desinformação nas pesquisas em Humanidades

Como Citar

Pode a inteligência artificial educar? Desafios éticos em Inteligência Artificial para uma tecnopaideia. Práxis Educativa, [S. l.], v. 21, p. 1–17, 2026. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.19.26153.017. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/26153. Acesso em: 21 maio. 2026.