Reforma educacional como barbárie social: economismo e o fim da autenticidade.

Autores

  • Stephen J. Ball Institute of Education/University of London

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.7i1.0002

Resumo

Este trabalho aprofunda um artigo anterior sobre o papel da performatividade na mudança de prática profissional e das subjetividades do professor na educação. Argumenta-se que as tecnologias de comparação, mensuração e responsabilização, que atualmente proliferam nos sistemas educacionais no mundo todo não são simplesmente novas formas de monitorar resultados, mas estão ativamente alterando o que pretendem descrever. Elas mudam o significado do ensino e do que significa ensinar. Essas tecnologias de reforma estão alterando a forma como os professores pensam sobre o que fazem e como se relacionam com os colegas e com os alunos. Sociabilidade e coletividade estão sendo destruídas e substituídas por suspeição, competitividade, culpa e inveja, um novo repertório altamente carregado de emoções e relações sociais deformadas.

 

Palavras-chave: Performance. Subjetividade. Profissionalismo.

Biografia do Autor

  • Stephen J. Ball, Institute of Education/University of London
    Professor do Institute of  Education/University of  London.

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Artigos

Como Citar

Reforma educacional como barbárie social: economismo e o fim da autenticidade. Práxis Educativa, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 33–52, 2012. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.7i1.0002. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/4003. Acesso em: 30 abr. 2026.

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