FELICIDADE E A AUSÊNCIA DE LIBERDADE: POLÍTICAS PÚBLICAS EM AMBIENTE DE PRIVAÇÃO.

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Resumo

O cidadão condenado possui direitos. O cidadão, livre ou não, está abarcado por uma rede de direitos inerentes ao ser humano. Pelo menos assim deveria ser. O presente trabalho visa à análise da possibilidade de produção de felicidade em ambientes de privação de liberdade. As políticas púbicas voltadas para as prisões partem da necessidade de manutenção da ordem para o cumprimento de uma pena, punição que muitas das vezes sequer foi confirmada. Ainda assim, aos custodiados deve ser proporcionado meios para a integração social e para a manutenção dos direitos inerentes à condição humana. E partindo da premissa de que felicidade pode ser transmitida ao gerarmos bem-estar na vida das pessoas, é que se questiona a possibilidade de a proporcionarmos para aqueles que tiveram a liberdade tolhida. O artigo propõe uma abordagem qualitativa da matéria, com a pesquisa bibliográfica sobre o tema proposto.

Biografia do Autor

  • João Maria de Goes Junior, Universidade Estadual de Ponta Grossa
    Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas.
  • Gonçalo Cassins Moreira do Carmo, UEPG
    Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas.
  • Nei Alberto Salles Filho, UEPG
    Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas.

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Publicado

2020-12-11

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

FELICIDADE E A AUSÊNCIA DE LIBERDADE: POLÍTICAS PÚBLICAS EM AMBIENTE DE PRIVAÇÃO. Publicatio UEPG: Ciências Sociais Aplicadas, [S. l.], v. 28, p. 14, 2020. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/sociais/article/view/14440. Acesso em: 30 abr. 2026.