Métodos activos y la enseñanza de la historia: valorización de la artesanía amazónica

Contenido principal del artículo

Luiz Humberto de Oliveira Souza

Resumen

El artículo analiza la aplicación de metodologías activas en la enseñanza de Historia, con énfasis en la valorización de la artesanía amazónica como recurso pedagógico. La investigación, de enfoque cualitativo y fundamentada en la investigación-acción participativa, se desarrolló en una clase de 9º grado de la Escuela Municipal Monte Horebe, en Acará-PA. Se utilizó el Aprendizaje Basado en Problemas (ABP), articulado con referentes como Freire, Dewey y Kolb, para proponer y aplicar una clase-taller orientada a la preservación de la memoria y de la producción artesanal local. Los resultados señalaron un mayor compromiso estudiantil, fortalecimiento de la identidad cultural y resignificación de la enseñanza de Historia a partir del diálogo entre prácticas pedagógicas innovadoras y saberes tradicionales. Se concluye que la inclusión del arte y la cultura amazónica en el currículo potencia el aprendizaje histórico y contribuye a una formación crítica y contextualizada.

Detalles del artículo

Sección

El arte en la formación de educadores y metodologías de enseñanza y aprendizaje en el contexto de la Amazonía Legal

Biografía del autor/a

Luiz Humberto de Oliveira Souza, ufpa

Luiz Humberto de Oliveira Souza é mestre em ensino de Hiatória pela universidade Federal doPará, trabalha 19 anos em escola do campo 

Cómo citar

Métodos activos y la enseñanza de la historia: valorización de la artesanía amazónica. Olhar de Professor, [S. l.], v. 29, p. 1–18, 2026. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.29.25479.012. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/25479. Acesso em: 6 jun. 2026.

Referencias

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.

BECKER, B. K. A urbe amazônida: a floresta e a cidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

BECKER, F. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2013.

BERBEL, N. A. N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia dos estudantes. Semina, Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, 2011. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminasoc/article/view/10326/0. Acesso em: 11 jan. 2025.

BITTENCOURT, C. M. F. Ensino de história: fundamentos e métodos. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

BITTENCOURT, C. M. F. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Unesp, 2002.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais da educação básica. Brasília (DF): MEC, 2013. p. 144-264. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=13448-diretrizes-curiculares-nacionais-2013-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 05 out. 2024.

CUNHA, M. C. da. Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, 2009.

DEWEY, J. Experiência e educação. São Paulo: Nacional, 1979.

DIESEL, A.; BALDEZ, A. L. S.; MARTINS, S. N. Os princípios das metodologias ativas de ensino: uma abordagem teórica. Revista Thema, Pelotas, v. 14, n. 1, p. 268-288, 2017. Disponível em: https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/thema/article/view/404. Acesso em: 20 dez. 2023

FONSECA, S. G. Didática e prática de ensino de História: experiências, reflexões e aprendizados. Campinas: Papirus, 2003.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.

FREITAG, B. “A lei da reforma do ensino superior”. In: FREITAG, B. Escola, Estado e Sociedade. São Paulo: Editora Moraes, 1980.

FREITAS, G. B. de; MACIEL, M. S. As metodologias ativas e a pedagogia freiriana: diálogos possíveis. Estudos Universitários: revista de cultura, UFPE/Proexc, v. 38, n. 1, p. 331-346, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/estudosuniversitarios/article/view/250661. Acesso em: 12 jan. 2025.

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.

KOLB, D. A. Experiential learning: experience as the source of learning and development. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1984.

MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2012.

MORÁN, J. M. Educação e Cidadania: aproximações jovens. In: SOUZA, C. A.; MORALES, O. E. T. (Org.). Coleção Mídias Contemporâneas. Convergências Midiáticas. v. 2. Ponta Grossa: PROEX/UEPG, 2015.

MORAN, J. M. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, L.; MORAN, J. (orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. Obra não paginada.

MOURA, M. A. S.; PEREIRA, E. C.; SOUZA, J. F. de. Metodologias ativas e ensino de História: uma proposta de letramento histórico. Revista de História Regional, v. 23, n. 1, p. 49-64, 2018.

OLIVEIRA, J. P. de. O nascimento do Brasil e outros ensaios: "pacificação", regime tutelar e formação de alteridades. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2016.

SANTOS, R. Prática de campo em História: reflexões sobre a formação do professor de História. Cadernos de História, v. 17, n. 1, p. 207-219, 2018.

SILVA, P. A.; DE FARIA, C. O ensino de história e a investigação do passado como fomentador do pensamento crítico e suas reflexões sobre os presentes encontrados em salas de aula. Pesquisas e Práticas Educativas, v. 2, 11 ago. 2021. Disponível em: https://epf.unesp.br/pepe/index.php/pepe/article/view/72. Acesso em: 19 mai. 2025.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

UNESCO. Rumo a sociedades do conhecimento. Relatório Mundial da UNESCO. Paris: UNESCO, 2014.